Revista CARAS
Busca
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS
Revista / Veja Também

Marcos Breda: Tempo de orgulho

A alegria de completar seus 50 anos de idade e 30 de carreira

Redação Publicado em 31/05/2010, às 17h44 - Atualizado em 03/06/2010, às 12h46

WhatsAppFacebookTwitterFlipboardGmail
Na Ilha de CARAS, Marcos brinda à sua trajetória profissional e o carinho da família: está casado há 12 anos com a psicóloga Cynthia, com quem tem dois filhos, Jonas e Daniel. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG
Na Ilha de CARAS, Marcos brinda à sua trajetória profissional e o carinho da família: está casado há 12 anos com a psicóloga Cynthia, com quem tem dois filhos, Jonas e Daniel. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG
Nada de crise da meia-idade. É totalmente relaxado e tranquilo que Marcos Breda aguarda a chegada dos 50 anos, em 14 de outubro. "A verdade é que não me sinto com essa idade. E até agora não me bateu a tal crise. Mas também não sou um cara que fico em casa me lamentando das coisas. Sempre corri atrás do que quis. Gosto de movimento e adrenalina", assegurou o ator, na Ilha de CARAS. Longe da TV desde o término de Caras & Bocas, em janeiro, ele tem outro motivo para festejar. Está completando 30 anos de carreira, iniciada com a peça Marat-Sade, em 1980, em Porto Alegre, onde nasceu. "Ter a humildade de dizer 'não sei' é uma sabedoria. Por isso, acho que o maior barato da experiência é não perder a sensação de que precisamos aprender mais. E são justamente essas coisas que mais me motivam a continuar. Tem gente que gosta da profissão para ser reconhecido na rua, dar autógrafo. É legal, mas o que me dá mais prazer é estar em cena com um colega. Quero envelhecer no palco, trabalhar até o fim da vida", completou ele. Outro motivo de orgulho é a família que construiu. Casado há 12 anos com a psicóloga Cynthia Ozon Boghossian (40), ele é pai de Jonas (8) e Daniel (3 anos e 11 meses). "Na fotografia, todo mundo é feliz. Mas no dia a dia, a gente sabe que não é bem assim. Para ficar junto de alguém é preciso saber conviver e ter cumplicidade, principalmente nos momentos em que as coisas não são tão fáceis. Nossa palavra-chave é parceria. E temos orgulho de nossos filhos", acrescentou Marcos, que nesta quinta-feira, 3, estreia a peça O Mambembe, no Teatro Sesc Ginástico, Rio de Janeiro. E aguarda para o mês de julho a exibição do seriado global Na Forma da Lei. - Você deseja ter mais filhos? - Queria muito ser pai, só não imaginava que fosse tão legal. Mesmo assim, Dificilmente vou ter outro filho. Se tivéssemos a certeza de que iria ser uma menina, eu e Cynthia até tentávamos, mas a chance de ser outro menino é assustadora (risos), vai ser muita testosterona em casa. Jonas e Daniel brincam muito juntos, são companheiros, se adoram, mas brigam o tempo todo como quaisquer irmãos. - Como é o pai Marcos? - Procuro ser como meu pai foi comigo, superatencioso, amoroso, mas bastante exigente também. Pai tem que dar noção do bem, do mal, do certo e errado. Isso é tão importante quanto o amor, pois quem não aprende limites em casa, vai aprender na rua de forma mais traumática. Meu pai faleceu há 13 anos. Lamento que não tenha conhecido os netos, eles teriam se adorado. - E qual o seu segredo para chegar tão bem à meia-idade? - Corro uns 10 km a cada dois dias, faço musculação, alongamento. Procuro ainda me alimentar bem e não me drogo. Também não sou um monge budista que fica trancado no mosteiro. Gosto de beber um vinho, comer um macarrão, só não fico me detonando comendo um monte de besteira.