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Talentosa Leona Cavalli em tempo de relax

Ela curte a Ilha de CARAS antes de se dedicar aos seus novos projetos artísticos

Redação Publicado em 21/09/2010, às 17h40 - Atualizado em 23/09/2010, às 13h52

Leona é recepcionada no desembarque para fim de semana na Ilha de CARAS. - RENATO VELASCO
Leona é recepcionada no desembarque para fim de semana na Ilha de CARAS. - RENATO VELASCO
Comemorando o encerramento de temporada de sucesso em São Paulo do monólogo Máscaras de Penas Penadas - baseado em seu livro, O Caminho das Pedras, Reflexões de Uma Atriz - , Leona Cavalli (40) desfruta de fim de semana na Ilha de CARAS e revela que sempre quis ser atriz. "Subi no palco pela primeira vez no dia do meu aniversário de 6 anos em uma peça da escola. Não tinha clareza de como seria, mas senti que iria me dedicar a isso", recorda a gaúcha de Rosário do Sul, que aproveitou o tempo livre para relaxar. "Amo aqui, a natureza, o mar... Só não tomo muito sol por causa da pele", comenta ela, vegetariana há dez anos e zelosa com seu corpo e saúde. "Faço exercícios, gosto de nadar, pratico um pouco de tai chi chuan, yoga e dança. Em função da profissão, tenho de estar sempre me cuidando", explica. Longe da TV desde a minissérie Dalva e Herivelto, a bela, que segue solteira, retorna em participação na série global As Cariocas, que estreia em outubro. - Como era sua conexão com o público no espetáculo? - É uma outra perspectiva estar sozinha no palco. Uma oportunidade de transformação, uma experiência em que o contato com o público é muito forte. Uma vez me perguntaram se faço esportes radicais e eu disse que não. Entrar em cena já é adrenalina suficiente. (risos) O público só vê o ator pronto para se apresentar, não sabe sobre o processo de preparação. O monólogo é isso. - Ainda sente um frio na barriga antes de entrar em cena? - Claro! Mesmo com 15 anos de carreira... Mas a vontade de atuar é mais forte. Já contracenei com atores que me trouxeram alegria e fiz ótimos personagens, mas sinto que ainda estou começando. - Prefere atuar no teatro, televisão ou cinema? - Todos são um desafio. Mas a minha paixão é o público. Não importa o meio, mas sim como vou exercer a relação com eles. - Como vão os seus projetos para o cinema? - Filmei Doze Estrelas, do Luiz Alberto Pereira, e também Aparecida, Padroeira do Brasil, da Tizuka Yamazaki, com Murilo Rosa, ainda inéditos. No segundo, vivo uma pianista cujo filho sofre um acidente. É sobre fé. Tenho a espiritualidade presente em minha vida. - Ainda procura alguma realização no campo pessoal? - Procuro sempre me desenvolver como ser humano. Quanto mais buscamos nos aprimorar, melhor para o lado profissional, e o ator trabalha com isso, sempre. - O que faz para relaxar? - Amo viajar. É o que eu mais gosto depois de estar nos palcos. Com o final da peça vou para o Tibete e para a China. Vou tirar uns dias para descansar, faz tempo que não viajo só para me divertir. - Vê sempre a família? - Meus pais moram no Rio Grande do Sul, mas sempre que posso, vou vê-los. Saí de casa há bastante tempo, porém nunca vou esquecer da sensação de deixar a família e mudar para São Paulo atrás do que eu queria. Apesar de estar longe, somos muito próximos e eles me dão muita força.