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Sinceridade à flor da pele de Jonathan Haagensen

Ator do Nós do Morro expõe ideias e acredita que a fórmula da felicidade está na transparência

Redação Publicado em 31/05/2010, às 17h36 - Atualizado em 02/06/2010, às 09h24

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Na Ilha de CARAS, Jonathan faz o sinal do personagem Spock, de Jornada nas Estrelas, que significa vida longa e próspera. - JOÃO MÁRIO NUNES
Na Ilha de CARAS, Jonathan faz o sinal do personagem Spock, de Jornada nas Estrelas, que significa vida longa e próspera. - JOÃO MÁRIO NUNES
Acostumado a dizer a verdade, Jonathan Haagensen (27) não se importa em ser rotulado como chato ou cruel demais por isso. Desde pequeno, o ator prefere a transparência das palavras ao alívio que uma mentira traz. "Sei que nem sempre é fácil ouvir aquilo para o qual não se está preparado. Às vezes, é muito mais confortável um tapinha nas costas mesmo. Mas não seria eu se agisse assim", confessa ele, na Ilha de CARAS. Foi essa sinceridade que marcou sua participação no reality da Record A Fazenda, em 2009. Apesar de não ter saído campeão da primeira edição do programa, que teve como vencedor Dado Dolabella (29), Jonathan faz um balanço positivo da experiência. "Serviu de autoconhecimento. Aprendi a lidar com as surpresas, circunstâncias e diferenças", ressalta. Como parte ruim, ele destaca a saudade que sentiu da namorada, a atriz Cíntia Rosa (29), com quem se relaciona há quatro anos. "Ela participa comigo da banda Melanina Carioca. Tocamos suingue, sambalaço, hip hop... Também trabalhamos juntos em peças e no filme Brother, que estreia este ano. Torcemos pelo crescimento profissional do outro", explica o ator, que iniciou a carreira aos 15 anos, no grupo Nós do Morro, da comunidade do Vidigal, Rio, onde mora. - Qual a característica da Cíntia que mais admira? - Ela é uma pessoa muito doce, calma, inteligente e sensível. E ainda é linda. Não somos casados, nem moramos juntos. Sou do tipo casamento moderno. Acho que cada um tem que ter a sua casa. Prezo pela individualidade. Um amigo meu outro dia disse que o ser humano depende do outro, mas que é singular. Concordei. Vivemos em uma época em que o tabu do casamento já foi quebrado. Hoje, muitas mulheres querem sua independência, outras ainda sonham subir ao altar. Essa não é a fórmula da felicidade. Apesar de achar que a Cíntia gostaria de morar junto, ela entende meu pensamento. - Sempre quis atuar? - Acho que sim. Há pessoas que têm sede de fazer algo, buscar o sucesso. O Nós do Morro foi o que me abriu a porta de possibilidades. Ali, a filosofia não é só ser ator e ter fama. Mas realmente formar um artista completo, que possa cantar, dançar, interpretar, escrever... Todas as informações que eu pude absorver nesses longos anos de estudo estimularam a minha criação. Lá, aprendi que trabalhamos com o coletivo. Então, se você quer agregar, tem que fortalecer o individual, oferecer seu melhor. - O que faz nas horas vagas? - Continuo pegando onda de bodyboard. Adoro esporte e é melhor ainda quando permite o contato com a natureza. Acho extremamente terapêutico. - Você costuma se preocupar com a alimentação e saúde? - Antes, era desligado. Mas conforme envelhecemos, vemos que é necessário. Me alimento bem, evito gordura. Aprendi com Marília Pêra a não incluir sal nas refeições. Moro sozinho e faço minha própria comida, quase sempre um panachê de legumes com bife. Eu também preparo uma costela que a namorada adora. Passei a me cuidar mais justamente para, quando quiser aquela picanha, sorvete ou pizza, comer sem culpa (risos).

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