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Revista / Agora é Moda

A DEVOCÃO DE ISABEL SWAN AOS OCEANOS

MEDALHISTA OLÍMPICA CONTA NA ILHA COMO MANTÉM EM ALTA O ESPÍRITO AVENTUREIRO

Redação Publicado em 03/08/2009, às 09h37 - Atualizado em 05/08/2009, às 12h03

O namoro de Isabel com o goleiro Giulliano Ciarelli, seu namorado há dez meses. Ela conta que os planos de iniciar a família ainda vão esperar. - LEANDRO PIMENTEL; BELEZA; DUH
O namoro de Isabel com o goleiro Giulliano Ciarelli, seu namorado há dez meses. Ela conta que os planos de iniciar a família ainda vão esperar. - LEANDRO PIMENTEL; BELEZA; DUH
Não existe tempo ruim para Isabel Swan (25). E não é só no esporte. Com a mesma determinação que conquistou a medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim ano passado, a primeira de uma mulher brasileira no iatismo, em dupla com Fernanda Oliveira (28), ela conta que mantém sempre o foco em todos os quesitos de sua vida. "Quem compete tem que estar preparado para a chuva e o sol, além do vento e a falta dele...", explica Isabel, que compete na classe 470. É essa paixão que leva a velejadora a deixar em segundo plano até sua vida pessoal. O namoro de dez meses com o goleiro e ex-BBB Giulliano Ciarelli (31), por exemplo, não tem espaço para conversas sobre casamento e filhos. "Só daqui a um tempinho. Quero participar de duas Olimpíadas ainda", garante, na Ilha de CARAS. A ligação com o mar vem da infância. Isabel começou a praticar o esporte com 8 anos, em Niterói, RJ. Com 15, fez trabalhos como modelo. Mas nem isso diminuiu seu interesse pelo iatismo. "O estilo saudável e andarilho dos velejadores me conquistou. Brinco que meu escritório é na praia", orgulha-se ela que, em agosto, inicia a preparação para a temporada 2010. Agora em dupla com Martine Grael (18). "Em março disputaremos o Troféu Princesa Sofia, na Espanha", planeja ela, que adorou encontrar uma estátua de São Pedro, o padroeiro dos pescadores, em Angra. "Sempre peço a ele mar aberto com ondas, sol e ventos de 15 a 18 nós", avisa. - É difícil ter vida pessoal? - Sim, porque o atleta acaba priorizando o profissional. A pessoa que está do lado precisa compreender essa dedicação. Mas gosto de sair com amigos e me arrumar. - A vela é pouco valorizada? - Sim. Eu e Martine não temos patrocínio fechado. Fazemos porque amamos, acreditamos. Felizmente, há projetos recentes que estão a nosso favor, como uma Lei do Incentivo Fiscal Federal e outra no Estado do Rio, em que uma empresa pode solicitar o desconto do ICMS em troca de 20% do patrocínio de um evento esportivo.