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Revista / Agora é Moda

A volta por cima de Diego Hypolito

Um ano após decepção em Pequim, o ginasta festeja o tetra mundial

Redação Publicado em 14/12/2009, às 16h50 - Atualizado em 17/12/2009, às 20h44

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Na Ilha de CARAS, Diego dá demonstração de sua elasticidade e equilíbrio. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.
Na Ilha de CARAS, Diego dá demonstração de sua elasticidade e equilíbrio. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.
Vontade, segurança e alegria. Com esses ingredientes, Diego Hypolito (23) conquistou títulos e respeito nos campeonatos de ginástica artística pelo mundo. É assim que também equilibra sua vida, como conta na Ilha de CARAS. Pouco mais de um ano depois de perder uma medalha nas Olimpíadas de Pequim, após cometer um erro na final de solo, em que era apontado como o grande favorito, o atleta orgulha-se por ter dado a volta por cima. "Já vivi momentos bem mais difíceis do que uma queda nas Olimpíadas, como o de não ter o que comer. Então, por que desistir ali? Era o momento de renascer, de se reestruturar. Foi o que fiz", avisa ele, que mês passado sagrou-se tetracampeão por antecipação da Superfinal da Copa do Mundo, em Osijek, na Croácia. Além desse título, o saldo das conquistas em 2009 é altamente positivo: em etapas do mundial, foram oito medalhas, sendo cinco ouros no solo e um no salto. "Foi o melhor ano de minha carreira. Passo por um momento inesquecível, com forma física ideal e confiança plena", explica. As vitórias recentes trouxeram ainda mais serenidade para que volte a perseguir o sonho olímpico, em Londres, em 2012. "Na vida tudo é amadurecimento. Sou novo e pretendo participar ainda de três Olimpíadas", garante. A obsessão é vista com naturalidade por quem não consegue ficar longe dos es portes. "Adoro surfar, andar de skate. Se não relaxo, o treinamento acaba sendo massacrante. A gente trabalha com estatísticas, repete muitas vezes um único exercício. Então, mesmo que ame fazer, às vezes é monótono. Por isso tem que dar um tempo para o corpo e a mente", diz. O bom humor também faz parte da rotina. "Minha vida é sorrir, sou alto astral, mesmo com essa imagem séria que passo na TV. No esporte, trabalho sete horas por dia para disputar uma competição que dura um minuto. Um minuto que pode decidir, muitas vezes, a sua vida", explica