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Famosos se engajam contra o Instituto Royal, acusado de maus-tratos aos animais

Tatá Werneck, Preta Gil, Mariana Rios, Jesus Luz, Marcelo Médici e outros artistas protestam contra o Instituto Royal, acusado de torturar e matar cachorros da raça Beagle. Entenda o caso!

CARAS Online Publicado em 18/10/2013, às 08h56 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Famosos se engajam contra o Instituto Royal - Arquivo
Famosos se engajam contra o Instituto Royal - Arquivo

Vários famosos acompanharam e incentivaram as ações de um grupo de ativistas de defesa dos animais que conseguiu invadir o Instituto Royal, em São Roque, no interior de São Paulo, para resgatar mais de 200 cachorros da raça beagle, na madrugada desta sexta-feira, 18. A empresa, que realiza pesquisas nos setores farmacêuticos e veterinário, é acusada de torturar e matar os animais (entenda o caso abaixo).

“Gente sem alma! O governo TEM que tomar uma providência. instituto Royal esta assassinando cachorros, na maior crueldade!!!!!”, publicou Rita Guedes. “Entendam o caso do instituto Royal e nos ajude a parar com essa crueldade sem fim...NOS AJUDE!!!!!!”, pediu a atriz Giovanna Ewbank.

Mariana Rios, Rodrigo Simas, Gustavo Leão e Jesus Luz também divulgaram a causa com fotos que mostram os cães feridos no Instagram. A atriz Nicole Puzzi foi até o Instituto participar do resgate. "Vou dormir satisfeita com os corajosos protetores que se arriscaram e abriram mão do descanso desta noite e madrugada para salvar os inocentes beagles", escreveu ela no Facebook. 

“Instituto Royal esta matando cachorros para testar seus cremes de merda. Estou com a tia de um deles aqui e vou fazer um rímel maravilhoso”, protestou Tatá Werneck. “Como pode, né? Isso não pode nem ser chamado de gente! Isso é monstro sem coração! Quanta covardia!! E pior de tudo... Vão sair impunes!!!”, disse Sthefany Brito.

Alinne Rosa, Leilah Moreno e Preta Gil também incentivaram os ativistas que estavam no Instituto. O ator Marcelo Médici publicou um vídeo com cenas do resgate.

O caso

Um grupo de ativistas estava acampado em frente ao Instituto desde sábado, 12. Na noite desta quinta-feira, 17, por volta das 20h, eles divulgaram que a empresa estaria matando os cachorros. A notícia repercutiu na internet e mobilizou mais pessoas a irem até a empresa para resgatar os animais. A ação foi transmitida em uma página do grupo na internet, que postaram fotos de todos dos animais resgatados – muitos apareceram com feridas e um dos animais teria sido supostamente congelado em nitrogênio líquido.

A Polícia Militar estava presente no protesto e teria detido alguns dos ativistas. Viaturas também teriam abordado carros na Rodovia Raposo Tavares, onde fica o Instituto Royal, para impedir que os cães resgatados fossem levados embora.

A gerente responsável pelo Instituto abriu um Boletim de Ocorrência contra os ativistas, os quais foram chamados de ‘terroristas’ por ela, segundo o jornal Bom Dia Brasil, da Globo. De acordo com a CBN, ela confirmou que cães, coelhos e ratos são usados em testes de medicamentos, mas negou que eles sofram maus-tratos, alegando que a empresa segue os padrões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 

O Instituto Royal é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, financiada pelo dinheiro público e recebe apoio de agências de fomento à pesquisa científica.