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Virtuose Condoleezza Rice

Ao piano, ela encanta maestro Martins em SP

CARAS Publicado em 14/08/2013, às 19h40 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

A ex-secretária de Estado dos EUA se emociona em encontro com João Carlos Martins e executa trecho
de tema de Schumann para deleite do maestro. - -
A ex-secretária de Estado dos EUA se emociona em encontro com João Carlos Martins e executa trecho de tema de Schumann para deleite do maestro. - -

Eles têm em comum o amor pela música erudita. E foi exatamente isso que reuniu o maestro João Carlos Martins (73) e a ex-secretária de Estado dos EUA Condoleezza Rice (58) em agradável jantar, em hotel na capital
paulista. “Havia um piano na sala onde estávamos e a Condoleezza tocou um trecho de um tema de Schumann em minha homenagem. Então, a convidei para fazer um concerto beneficente no Brasil. A ideia é mostrar a
importância da arte à política latinoamericana. Ela é uma excelente pianista e, mesmo quando era secretária, nunca deixou de estudar”
, elogiou o maestro paulistano, citando o célebre compositor alemão e enaltecendo as habilidades musicais da diplomata. “Nem acredito que te conheci. Faço questão desse concerto”, respondeu, emocionada, ela. Condoleezza será regida por João Carlos na Sala São Paulo, no dia 3 de novembro, junto com a Bachiana Filarmônica Sesi-São Paulo, durante evento em prol da mulher brasileira. 

+João Carlos Martins quer voltar a trabalhar como pianista profissional em 2013

Eleito da advogada Carmen Silvia Valio de Araujo (51) há 15 anos, o maestro ainda comemora outro momento importante em sua vida. “Voltarei a tocar piano profissionalmente no dia 23 de novembro, também na Sala São Paulo, utilizando toda a mão esquerda, após 12 anos tocando apenas com dois dedos”, declarou ele, que tem uma história de superação na luta contra males que afetaram o movimento de suas mãos. “O sonho de tocar novamente sempre existiu. Estou nervoso, em pânico!”, contou João Carlos, que, para atingir seu objetivo, faz fisioterapia duas horas por dia, sete dias por semana. “A esperança nunca morre. Aos 73 anos, procuro dar exemplo de disciplina”, afirmou o maestro, que se apresentará em Nova York, em dezembro, no Metropolitan Museum of Art.