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Velório e enterro da cantora Vanusa acontecerá em São Paulo

A cantora faleceu na madrugada deste domingo, 8, aos 73 anos

CARAS Digital Publicado em 08/11/2020, às 17h10 - Atualizado às 17h21

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Velório e enterro da cantora Vanusa acontecerá em São Paulo - Divulgação
Velório e enterro da cantora Vanusa acontecerá em São Paulo - Divulgação

A cantora Vanusa, que faleceu na madrugada deste domingo, 8, será velada e enterrada em São Paulo. 

Ela faleceu de insuficiência respiratória, aos 73 anos, e estava em uma casa de repouso em Santos, litoral de São Paulo. 

De acordo com a assessoria de imprensa da artista, o corpo será velado pela família e amigos próximos no Funeral Arce Morumbi, nesta segunda-feira, 9, das 8 às 14 horas. Às 16h acontecerá o sepultamento, no Cemitério de Congonhas. 

A assessoria de Vanusa também divulgou um texto, Vanusa por Vanusa, trecho do musical Ninguém É Loira Por Acaso, escrito e produzido por Léa Penteado.

Confira:

"Meu nome é Vanusa Santos Flores. Nasci em Cruzeiro, interior de São Paulo, cresci entre Frutal e Uberlândia. Tenho 73 anos, 3 filhos, 5 netos. Sou do signo de Virgem, ascendente Escorpião, lua em Sagitário. Tenho 1m58 de altura e peso 54 quilos. Fui casada seis vezes e uma vez a Hebe me perguntou por que eu casava tanto, se os maridos não eram bons. Aquela mania que a gente sempre tem de culpar o outro, de achar que os amigos estão certos e que o resto do mundo está errado. Mas lamento comunicar que todos os meus maridos foram ótimos, o problema é que a minha expectativa era outra. 

Eles foram e aconteceram no tempo que tinham que acontecer. Os maridos se foram, como os anéis, mas ficaram os dedos, os filhos, as histórias... Minha vida sempre foi uma sucessão de perdas e ganhos... Perdi casas, apartamentos, carros, contratos, situações confortáveis. Ganhei experiência, amigos, uma profissão que me proporcionou ser quase tudo o que queria. Mas apesar de tudo, jamais perdi a dignidade nem a memória. Lembro tudo, cada história, cada sentimento, tudo muito bem guardado aqui dentro como se fosse ontem.  A minha força está no que vi e vivi. Isso ninguém me tira.

Uma das primeiras formas de expressar meus pensamentos ficou registrada numa música, que tem uma ligação total com o meu primeiro casamento. Eu estava grávida da Amanda, e um dia, com o meu parceiro Mario Campana, peguei o violão e de uma tirada só fizemos uma música, “Manhãs de Setembro”. Antônio Marcos quando ouviu disse que a música não era comercial. Naquele tempo todas as músicas que ele fazia eram muito comerciais e por isso eram um grande sucesso. Ouvir aquele comentário foi horrível, me senti incapaz e impotente. Mas esta música me trouxe enormes alegrias, sucesso no rádio, reconhecimento do público."

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