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Uma ode ao mestre Tom Jobim em NY

Eumir Deodato encanta aficionados por MPB em noite no castelo de caras

CARAS Publicado em 25/10/2013, às 18h09 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Cininha de Paula, o casal Jaime Rabacov e Totia Meireles, Eumir, Arlete Salles e Francisco Cuoco - Fernando Lemos, Mariana Vianna, Martin Gurfein E Selmy Yassuda
Cininha de Paula, o casal Jaime Rabacov e Totia Meireles, Eumir, Arlete Salles e Francisco Cuoco - Fernando Lemos, Mariana Vianna, Martin Gurfein E Selmy Yassuda

A música de Tom Jobim (1927–1994) é imortal e universal. Foi com este mote que o maestro e arranjador Eumir Deodato (70) levou ao Castelo de CARAS, a convite de NIVEA, algumas das mais icônicas canções que simbolizam a poesia do ídolo brasileiro, como Wave, Falando de Amor, Chega de Saudade, Garota de Ipanema e Samba de Uma Nota Só. “Foi uma noite maravilhosa, me diverti bastante com todo mundo cantando”, conclui o maestro.

A memorável noite, uma versão pocket do projeto NIVEA Viva — que proporcionou a cerca de 400000 pessoas durante o ano shows com as músicas de Tom na voz de Vanessa da Mata (37), em seis capitais brasileiras —, uniu os casais com romantismo. Abraçadinhos e trocando carinhos, Francisco Cuoco (79) e Thaís Almeida (26), Totia Meireles (54) e Jaime Rabacov (57), Carlos Machado (48) e Ivy Rocha (27), e Daniela Mercury (48) e Malu Verçosa (37) irradiaram amor pelo salão.

“Ouvir canções de Tom Jobim ao lado de quem se ama é muito gostoso. A Thaís é uma companheira para todas as horas”, diz Cuoco, eterno  galã da TV. “Acho Tom um artista que consegue juntar letra e música.São fáceis de ouvir, mas ao mesmo tempo sofisticadas”, analisa Totia.

Antes de começar o espetáculo que colocou a plateia para cantar, Tatiana Ponce (40), diretora de marketing da marca de beleza, explicou  o projeto como “uma maneira de homenagear a cultura populare dar acesso à população”, já que parte dos shows foram gratuitos. Observado por sua amada, Mary Ellen Deodato (42), Eumir, considerado um gênio dos arranjos, criou acordes especialmente para o evento.

Ele, que mora perto de Tarrytown, NY, onde fica o Castelo, contou histórias do trabalho com Tom e como foi criar os arranjos para o projeto com Vanessa da Mata. “Acho o Eumir uma pessoa talentosíssima, sou fã dele. É engraçado que, antes de vir para cá, ouvi ele na rádio e pensei ‘poxa, preciso de um CD para ouvir a hora que quiser’, e agora estou em um show”, celebra Arlete, que também lembrou do neto Pedro (26), filho de Alexandre Barbalho (52) e Bebel Medina (48), que a acompanharam na festa. “Só faltou meu neto aqui porque ele adora o Eumir. Ele não vai acreditar!”, afirma a atriz, que cantou alto e aplaudiu o poderoso set-list. 

A universalidade do artista pôde ser comprovada com a presença da escritora portuguesa Margarida Rebelo Pinto (48), nascida em Lisboa. “Cresci ouvindo as músicas e com 6 anos já sabia cantar algumas letras”, conta ela, ao confraternizar com Juliana Martins (39), Priscila Sol (33), Cininha de Paula (54) e Karina Martin (37). Depois de se emocionar com Sabiá, Daniela subiu ao palco para um bis de Chega de Saudade, encerrando a apresentação. Com irreverência, ela brincou com o famoso verso de Vinicius de Moraes (1913–1980) enaltecendo o maestro: “Que é pra acabar com esse negócio de viver sem o Eumir”.