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Tiago Iorc revela qual é sua música favorita e conta que tem vontade de trabalhar com Norah Jones

Em entrevista exclusiva para a CARAS online, o cantor falou sobre carreira, inspirações, ídolos, parcerias e sobre sua relação com as fãs. Confira!

CARAS Digital Publicado em 28/06/2016, às 10h13 - Atualizado às 16h35

Tiago Iorc - CADU PILOTTO, MARTIN GURFEIN, SELMY YASSUDA E VITOR SOKOLOWICZ
Tiago Iorc - CADU PILOTTO, MARTIN GURFEIN, SELMY YASSUDA E VITOR SOKOLOWICZ

Nascido em Brasília, Tiago Iorc é hoje considerado uma das maiores revelações da música brasileira. Com jeito tímido e cabelos desarrumados, o moço de 30 anos vem conquistando cada vez mais fãs com suas composições autênticas. 

Em oito anos de carreira, ele já lançou 4 discos, morou em Londres, Passo Fundo e Curitiba, e emplacou sucessos em séries e novelas e vai fazer participação especial no show de Maite Perroni em sua turnê no Brasil.

Em entrevista exclusiva para a CARAS DIGITAL, o artista conta um pouco mais sobre sua trajetória, inspirações e projetos futuros. Confira: 

De onde vem sua inspiração para compor?
Me inspiro em tudo, o tempo todo. O melhor insumo pra quem compõe é viver. Experimentar e sentir. Essa itinerância que é a minha vida me abastece de muitas sensações.

Gostaria de fazer parceria com que cantor ou compositor?
Norah Jones, adoro ela. Joss Stone também não seria nada mal.

Quais são seus maiores ídolos da música?
Jeff Buckley, John Lennon, Dave Matthews, Duca Leindecker, Freddie Mercury… só pra citar alguns. Além da genialidade musical, me inspira muito a força da mensagem do trabalho desses artistas.

Seu primeiro CD foi lançado em 2008. Como analisa sua trajetória nesses 8 anos?
Foi um processo de muita experimentação. E continua sendo. Me redescubro a cada novo momento, e isso me motiva a seguir. Hoje, já conseguindo ver os anos anteriores com certa distância, percebo que a essência em si permanece a mesma, que é a vontade de fazer algo que me inspire e que, ao mesmo tempo, possa ser relevante para outras pessoas.

Como define o gênero das suas canções?
Nem sei ao certo. Canto e toco violão. O resto, deixo pras pessoas definirem.

Você tem algum ritual antes de entrar em um show ou se apresentar ao vivo em algum programa?
Gosto de fazer coisas que me coloquem num estado de espírito leve e espontâneo, e consigo isso de algumas formas. Pode ser meditando, pode ser ouvindo alguma música, pode ser me alongando e me aquecendo e me concentrando.

Tem alguma música sua que é seu "xodó"?
Amo ‘Amei Te Ver’. Ela é boa de cantar ao vivo, e a interação com o público é sempre bonita.

Nos seus primeiros discos havia mais músicas em inglês. Em 'Troco Likes' por que decidiu investir mais em letras em português?
Eu vinha fazendo muitos shows no Brasil e comecei a me dar conta de que teria sentido em fazer um trabalho que pudesse me aproximar das pessoas aqui. No meu disco anterior, escrevi algumas músicas e gostei. Foi um processo de experimentação, pra chegar em algo que soasse natural e tivesse coerência com o trabalho que vinha fazendo em Inglês. A resposta do público às músicas em português nos shows foi o que mais me motivou. Esse último disco veio da minha vontade de abraçar os fãs brasileiros, de uma vez por todas.

De onde veio o nome 'Troco Likes'?
Enquanto fui amadurecendo o conceito do disco e escrevendo as músicas, foi ficando mais claro o quanto essa questão de ser bem-quisto nos é importante. Ser gostado é significar. E significar para o outro é existir para nós mesmos. Mas chega a ser cômica essa carência exposta dessa forma tão banal, ainda mais nessa superficialidade da internet. Como um comércio de sentidos sem sentido algum para a vida. Troco Likes é um disco que fala de carência e talvez justamente por isso tenha passado por observações mais sentimentais. O processo foi muito livre. Me deixei sentir coisas sobre esse assunto e fui escrevendo, sem restrições.

Qual sua rede social favorita e por quê?
Instagram é a que mais uso, porque amo fotografia e ali consigo me comunicar bem explorando algo inusitado nas legendas. Gosto do Snapchat também, mas nele vejo outra finalidade. O Snapchat nos aproxima mais da nossa espontaneidade, e nisso vejo um excelente canal para futilidades.

Já tem algum outro projeto em vista?
Filmamos o show ao vivo em Belém, e esse registro vai ser lançado em breve nos cinemas e em DVD. No segundo semestre, vou seguir com uma turnê para divulgar esse trabalho.

Como é sua relação com as fãs? Alguma já passou dos limites ou te colocou em alguma saia justa?
Minhas fãs são muito carinhosas, são tranquilas. Agora estão numa onda de me entregar flores nos shows.