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Corte de Los Angeles diz que médico de Michael Jackson não foi incompetente

Segundo a Corte, o médico não era desqualificado ou incompetente para fazer o trabalho para o qual foi contratado pela seguradora

CARAS Online Publicado em 03/10/2013, às 11h12 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

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Corte de Los Angeles diz que médico de Michael Jackson não foi incompetente - Getty Images
Corte de Los Angeles diz que médico de Michael Jackson não foi incompetente - Getty Images

Durante o julgamento que inocentou a empresa AEG Live pela morte de Michael Jackson, a Supema Corte de Los Angeles defendeu o médico Dr. Conrad Murray, que deu a dose letal de anestésicos para o cantor.

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Segundo a Corte, o médico não era desqualificado ou incompetente para fazer o trabalho para o qual foi contratado pela seguradora.

"A decisão do júri sustenta a versão da AEG Live, confirmando tudo o que sabíamos desde o início -- embora a morte de Michael tenha sido uma tragédia terrível, não foi uma tragédia fabricada pela AEG", disse o advogado Marvin Putnam.

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Murray não participou deste julgamento entre a família do cantor e a seguradora. O médico foi condenado há quatro anos de prisão por homicídio culposo em novembro de 2011, e cumpre a pena em regime fechado desde então. O júri criminal apontou que Murray foi o responsável pela morte do cantor ao receitar uma dose letal do anestésico Propofol.