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Música / Denúncias

Família defende Michael Jackson após documentário escandaloso atacar cantor

'Leaving Neverland' traz relatos das supostas vítimas de pedofilia do superastro

CARAS Digital Publicado em 28/01/2019, às 15h35 - Atualizado às 15h42

Michael Jackson - Getty
Michael Jackson - Getty

Uma das maiores polêmicas do mundo dos famosos - vivos ou mortos - é a vida de Michael Jackson

Entre o final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, o rei do pop foi acusado de abusar sexualmente de diversas crianças em sua própria casa, Neverland. 

Desde os escândalos, os processos e a história vêm sendo apurados exaustivamente, mas até hoje não foi encontrada nenhuma prova concreta, e ele não foi condenado e nem acusado como culpado. 

A HBO, porém, resolveu fazer uma investigação mais profunda em modo de documentário. Leaving Neverland foi dividido em 2 partes, a primeira das quais estreou no Festival de Sudance nesta sexta-feira, 25. 

O filme dá voz à Wade Robson e James Safechuck, que afirmam que quando eles tinham 7 e 11 anos, respectivamente, foram abusados sexualmente por Michael Jackson. Os depoimentos vêm cerca de 20 anos depois do. 

Seguida à exibição do documentário, veio uma carta pública divulgada pela família Jackson, defendendo o superastro. “Não podemos ficar parados enquanto esse linchamento público continua e os abutres do Twitter e outros que nunca o conheceram vão atrás dele. Michael não está aqui para se defender, senão essas alegações não teriam sido feitas”, escreveram os correspondentes.

“As pessoas sempre gostaram de perseguir Michael. Ele era um alvo fácil pois era único. Mas Michael foi sujeito a uma investigação aprofundada que incluiu uma incursão supresa à Neverland e outras propriedades com o júri considerando Michael completamente inocente. Nunca houve prova de nada. Mesmo assim, a mídia ama acreditar nessas mentiras”, completaram, defendendo o cantor.