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Ex-chefe de polícia questiona investigação sobre a morte de Kurt Cobain após 21 anos

No documentário 'Soaked in Bleach', o ex-chefe de polícia de Seattle Norm Stamper diz que deveria ter investigado a teoria de que Kurt Coabin foi assassinado e não cometeu suicídio

CARAS Digital Publicado em 26/06/2015, às 14h32 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

kurt cobain - Divulgação
kurt cobain - Divulgação

Kurt Cobain, líder do Nirvana, se suicidou no dia 5 de abril de 1994. Mas essa história pode ter uma outra versão. O novo documentário Soaked in Bleach mostra uma entrevista com Norm Stamper, ex-chefe de polícia de Seattle, comentando as teorias de alguns fãs que dizem que o artista, na verdade, foi assassinado por pessoas próximas a ele - alguns levantam suspeitas até sobre Courtney Love, ex-mulher dele. 

"Nós deveríamos ter estudado os padrões nos comportamentos de cada indivíduo que poderia ter um motivo para ver Kurt Cobain morto", diz Stamper, após 21 anos da tragédia. "Se Kurt Cobain foi assassinado, ao contrário de ter cometido suicídio, e fosse possível comprovar isso, a vergonha é da polícia por não ter feito isso. Essa era nossa responsabilidade", completa. 

Stamper diz que, se ainda fosse chefe de polícia, iria reabrir o caso por uma questão de honra. Ele não diz em nenhum momento que acredita na teoria sobre o assassinato, mas lamenta não ter investigado mais a fundo o caso. 

De acordo com o site Spin, que divulgou os trechos do documentário, Courtney Love é totalmente contra a divulgação de Soaked in Bleach e diz que o material não tem nenhuma credibilidade.