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LGBT / Orgulho!

Filmes de autoconhecimento, luta e orgulho, para celebrar o amor LGBTQI+

Lista de filmes para maratonar na semana do orgulho LGBTQI+

André Luiz Freitas Publicado em 28/06/2019, às 14h37 - Atualizado às 14h51

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Filmes para celebrar o amor LGBTQI+ - Foto/Reprodução
Filmes para celebrar o amor LGBTQI+ - Foto/Reprodução

Julho é o mesmo do orgulho LGBTQI+, e o dia 28 de junho marca a data internacionalmente, com o mês de junho sendo considerado mês do orgulho como um todo. Em clima de amor, luta, orgulho e empatia.

E para encerrar o mês e a semana, levantamos assuntos importantes, como a homofobia e a aceitação de quem somos. Mostrando que todas as maneiras e forma de amor é bem vinda, reunimos alguns filmes para assistir no streaming.

Me Chame Pelo Seu Nome – 2018

O filme é a adaptação do livro homônimo de André Aciman. Uma história de amor sensível, sensual, poética e tocante. Um dos filmes mais bonitos da temporada do Oscar 2018, tanto pela trilha sonora, fotografia, roteiro e o conhecimento sobre seus sentimentos mais intensos.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’ é um drama com muita tensão sexual, mas isso não tira a sutileza narrativa. Os atores Timothée Chalamet e Armie Hammer mostram uma ótima química - deixando tudo ainda mais cativante e excitante.

Moonlight – 2017

Vencedor do Oscar de melhor filme em 2017, é a sutileza com que, em sua aparente simplicidade, a obra nos oferece diversas camadas temáticas. Ele é a perfeita escolha para debater sexualidade e sua identidade.

O filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações. 

Com Amor, Simon – 2018

Baseado no livro ‘Simon Vs. A Agenda Homo Sapiens’ de Becky Albertalli, essa história mostra de uma forma diferente o mundo dos héteros, do ponto de vista de um garoto de dezesseis anos que não se assumiu para os amigos e pais. Em sua descoberta, o jovem Simon conta com o apoio dos seus amigos e muita confusão.

Boy Erased: Uma Verdade Anulada – 2018

Escrito e dirigido por Joel Edgerton a partir das memórias de Garrard Conley, ‘Boy Erased’ causou muita polêmica no Brasil por não ter estreado nos cinemas após a distribuidora Universal optar por não exibi-lo nos cinemas – o que trouxe rumores sobre censura, o que foi negado, já o boicote, não.

O longa, que conta com Troye Sivan e Nicole Kidman, foi lançado diretamente no streaming e é um drama íntimo, que reflete um debate atual: a “cura” gay (algo que é rechaçado pela comunidade médica) e o impacto dela na vida dos jovens, principalmente por meios religiosos. Por meio de um bom roteiro e uma história intrigante e de aceitação. Ele explora empaticamente as complexidades da identidade, relações familiares e religião para a comunidade LGBTQI+.


Hoje Eu Quero Voltar Sozinho – 2014

Abordando assuntos importantes, como a deficiência e o auto-conhecimento, ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho’, traz Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe super protetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade. 

O filme aborda de forma livre e curiosa o surgimento do amor entre os personagens. Trata-se de um dos únicos longas brasileiros sobre a descoberta da homossexualidade na adolescência

Carol – 2018

Baseado num livro ‘Carol’, o filme se passa nos anos 1950 e conta a história de duas mulheres que se apaixonam. Na história, Carol é casada e mãe de um menino, Therese é vendedora em uma loja. Durante as cenas, a paixão cresce entre elas, num sentimento que começa sutil e passa a ser urgente. Cate Blanchett e Rooney Mara foram indicadas ao Oscar pelos personagens.

A Jovem Rainha – 2018

A história da Rainha Christina da Suécia é muito intrigante e pouco falada. Ela tornou-se rainha com apenas seis anos de idade e, durante toda a vida, seu comportamento chamava a atenção por não se adequar aos padrões impostos. Christina gostava de se vestir e de agir de maneira masculinizada, além de cortejar mulheres – e ela recusava-se a casar. Nunca foi comprovado, mas há indícios de que era interssexual.

O filme retrata sua história, com boas doses de imaginação, e revela detalhes da intimidade de Christina permanecem envoltos em mistério.

Amor não é doença, é cura. Feliz Dia do Orgulho LGBTQI+!