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LGBT / Luto!

Angélica faz desabafo após fã cometer suicídio por sofrer transfobia: ''Vim falar de respeito''

A apresentadora Angélica lamentou a morte de uma fã por sofrer transfobia e pediu respeito a comunidade LGBTQIA+ através de um vídeo

Redação Publicado em 25/01/2022, às 10h27

Angélica lamentou a morte de uma fã por sofrer transfobia e pediu respeito a comunidade LGBTQIA+ - Foto/Instagram
Angélica lamentou a morte de uma fã por sofrer transfobia e pediu respeito a comunidade LGBTQIA+ - Foto/Instagram

A apresentadora Angélica (48) usou seu Instagram para lamentar a morte de uma fã, Babalu Vendraminy. De forma emocionante, a artista diz que a fã teria cometido suicídio após sofrer transfobia.

Em suas redes sociais, a loira compartilhou alguns cliques nos stories e, em vídeo, pediu respeito para as pessoas da comunidade LGBTQIA+ através de um vídeo.

"Respeito. Hoje vim falar de respeito. Uma dor, na verdade. Nós vivemos em uma sociedade opressora, em um país que tem a maior taxa der mortalidade de travestis e pessoas trans", pontuou ela. "Ao mesmo tempo, nós somos o país que mais consome conteúdo pornográfico transexual no mundo. Existe uma cultura de opressão sendo constantemente alimentada, gerando situações de preconceito, de violência à comunidade diariamente", destacou.

Angélica faz desabafo após fã cometer suicídio por sofrer transfobia:

"Por que estou falando isso? Uma fã muito querida infelizmente - vítima desses preconceitos e violências - tirou a própria vida. Depois de ter tirado de si a liberdade de ser quem ela é. Hoje a Babalu nos deixa. Uma fã maravilhosa, de longa data, me acompanhou desde o início da minha carreira. Estou aqui para deixar um abraço enorme para todos os familiares e amigos. Que sua passagem seja leve e tranquila, de muita luz", lamentou a apresentadora da HBO Max.

Angélica lamenta morte de fã trans por transfobia

Brasil é o país que mais mata travestis e pessoas transexuais no mundo:

As pessoas transgênero são alvos constantes de preconceitos e discriminações em vista da forma como expressam o seu gênero e de seus comportamentos sociais.

O Brasil, inclusive, é o país que mais mata transexuais no mundo, de acordo com o relatório Trans Murder Monitoring. De acordo com o documento, foram mapeados pelo menos 175 assassinatos de pessoas trans, todas travestis e mulheres transexuais.