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Sidney Sampaio conta como superou fim do noivado

O ator avalia sua nova fase: 'Sidney continua o mesmo cara romântico de sempre'

CARAS Digital Publicado em 19/02/2015, às 09h56 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Sidney Sampaio - SELMY YASSUDA/ARTEMISIA FOT. E COMUNICAÇÃO
Sidney Sampaio - SELMY YASSUDA/ARTEMISIA FOT. E COMUNICAÇÃO

Uma montanha-russa cheia de voltas e reviravoltas. É assim que Sidney Sampaio (34) define seu último ano. Como na clássica atração dos parques de diversão, ao sair dela, ou no caso, ao encerrar o ano e iniciar 2015, o ator pode respirar tranquilo e aliviado, deixando mágoas e contratempos no passado. “Foi um ano de mudanças. Evolui como pessoa, me tornei mais experiente, maduro. Passei a acreditar cada vez mais em mim e nas minhas intuições”, reflete o ator, na Ilha de CARAS, resumindo as lições que aprendeu após término da relação com Carol Nakamura (31) pouco tempo antes de subirem ao altar. “Ainda creio no amor e no casamento.” Solteiro e com o coração tranquilo, ele, que soma 17 anos de carreira e já é pai de Leonardo (4), de relação anterior, garante que o momento é de dedicação ao trabalho. “Percebi que é importante ser mais pró-ativo e independente. Estou feliz com meu novo desafio na Record, que me recebeu de abraços abertos”, aponta o galã, que viverá um guerreiro na novela bíblica Os Dez Mandamentos.

– Como reagiu à reviravolta?
– Foi difícil, mas me ajudou a confiar mais em mim, me trouxe autoconhecimento. Depois do furacão, é preciso se organizar internamente para ver o sol brilhar.

– Casar e ter mais filhos continuam nos planos?
– O Sidney continua o mesmo cara romântico de sempre, nada mudou. Quero casar e ter filhos. O desejo não mudou, só a velocidade e a forma se alteraram. Hoje, não tenho pressa.

– Você se diz mais maduro. Isso reflete na carreira?
– Sim! Sempre fui pé no chão, mas, quando comecei, tinha um olhar muito eufórico, era movido pela ansiedade. Hoje, entendo as oscilações da profissão, mas a dedicação e o amor que tenho pela arte continuam iguais.

– Você iniciou a carreira como modelo. Sofreu algum tipo de preconceito?
– Assim como toda a geração que veio comigo. As críticas, no entanto, não me abalaram, e a prova de que eu estava certo é a minha permanência na área. Amo o que faço e acho que esse estereótipo de ser apenas um cara bonito foi se dissolvendo com o tempo.

– E o rótulo de galã?
– Aceito bem esse título, mas não acredito nele. Tentei criar uma carreira mais flexível, pois não quero fazer apenas um tipo de personagem, como o bom moço. Busco outras cores na interpretação e isso me ajuda a sair da zona de conforto. Posso usar meu biótipo para ajudar no trabalho, mas ele é apenas um complemento.

– O foco é na carreira. Além da novela, tem outros projetos?
– Estou envolvido com um projeto de programa de culinária. Desde que participei do Super Chef, no programa da Ana Maria Braga, fiquei mais próximo da cozinha. Já tenho o piloto e vamos ver se essa ideia se concretiza ainda este ano. Também estou em turnê com a peça As Sereias da Zona Sul. Interpreto uma mulher.

– Dar vida a uma mulher ajuda de certa forma a entender mais o universo feminino?
– Um pouco, mas bem pouco! Acho que entendi melhor toda a sensibilidade das mulheres.

– Como se sai como pai?
– Sou todo coração, babão, mas não deixo de colocar limites. Dar amor não é dizer sim para tudo, mas direcionar a pessoa para um caminho bom. Quero deixar uma herança de valores para ele. Por isso, tudo o que faço é pensado nele, pois eu sou o seu exemplo.