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Top Emanuela de Paula realça as suas conquistas

Realizada com sua profissão e casamento, modelo começa a pensar em ser mãe

Carlos Lima Costa Publicado em 19/05/2016, às 07h50

Na Ilha de CARAS, a top, que mora há dez anos
em NY, fala do casamento de três anos com o
executivo de moda Gaston Levy e de como mantém
uma relação à distância - MARTIN GURFEIN
Na Ilha de CARAS, a top, que mora há dez anos em NY, fala do casamento de três anos com o executivo de moda Gaston Levy e de como mantém uma relação à distância - MARTIN GURFEIN

Radicada há dez anos em Nova York, praticamente desde que iniciou sua carreira, a modelo Emanuela de Paula(27) está mais do que realizada com esta década na qual trabalhou para grifes de renome internacional. “Acho que ultrapassei o ponto em que imaginava chegar. Não tinha ideia da dimensão do que é essa carreira. Agradeço a Deus por ter sido sempre bem guiada por pessoas bacanas ao meu redor”, refletiu, na Ilha de CARAS, onde exibiu a excelente forma física: 57 quilos em 1,78m. “Essa vida de aviões, hotéis, é cansativa. Às vezes, tenho saudade de estar na minha casa, na minha cama, mas amo o que faço e tento nunca olhar as coisas pelo lado problemático. Vejo sempre o positivo, porque é uma vida realmente sonhada desde pequena”, acrescentou Emanuela, que é natural de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.

Mesmo sabendo que ainda tem muitos anos para trabalhar como modelo, ela já pensa no que irá fazer depois. “Estou em um momento de descobrir o que mais posso oferecer ao mundo, está bem interessante. Posso ser designer, fotógrafa”, revelou Emanuela, que começou a fotografar há sete anos e, há dois, criou um blog de lifestyle, Manu by Manu, onde põe fotos dos lugares por onde passa. “Quando posso, procuro ficar um dia a mais nos lugares onde trabalho. Aproveito para fotografar e colocar no meu blog, que é sobre viagens e lifestyle”, contou ela, madrinha da Love Together Brasil, ONG que ajuda crianças e adolescentes do sertão da Paraíba nas questões de saúde e educação. A paixão por fotos ela divide com o argentino Gaston Levy (38), executivo de moda, que trabalha em Tulum, México, com quem está casada há três anos.

– É complicado manter uma relação assim, à distância?

– Ele também viaja a trabalho e muitas vezes me acompanha. Mas o tempo que passamos juntos ou separados é balanceado. Desde o começo conversamos sobre tentar testar ao máximo juntos, não passar duas semanas separados. Relação é algo que precisa ser trabalhado constantemente. E, quando estamos um ao lado do outro, tentamos aproveitar bem o tempo, criar boas lembranças.

– Como Gaston a conquistou?

– Sempre me senti muito mais velha do que sou. Gaston foi a metade perfeita, porque qualquer homemque conhecia antes achava muito menino. Ele apareceu para me mostrar um outro lado da vida, só me acrescenta, e vice-versa, é uma troca mútua de amor. Gaston é especial, sou muito apaixonada por ele, nos falamos todos os dias. Sempre que viajo é mais complicado, mas temos levado a relação superbem. Quando tivermos um filho, acho que vou achar pior esse problema da distância.

– Já pensa em ter um filho?

– O desejo está começando a despertar agora. Mas sempre pensei nisso. Gaston é mais velho e não tem filho. Então, acho que talvez isso aconteça nos próximos dois anos. Por enquanto, aproveitamos para viajar muito, conhecer lugares, porque nós sabemos que após a chegada de um filho a vida se  transforma. Você tem de escolher um lugar para viver, até por conta da escola. 

– Planejam muitas crianças?

– Dois, três, vários, sou de família grande, tenho quatro irmãos.

– Existe a possibilidade de o Gaston mudar-se para Nova York quando vier o filho?

– Sim. Mas não sei se moraríamos lá. Acho que Nova York seria um local de trabalho. Passo muito tempo também em Londres por conta da profissão. Tulum, no México, que tem praia, seria a nossa base. E amamos a Itália. Compramos uma casa na Toscana e temos o sonho de daqui a cinco ou seis anos irmos para lá, porque é um lugar maravilhoso. Ele é descendente de italiano e eu amo o país. Existem essas opções, precisamos decidir qual vai ser o nosso caminho.

– E do que você mais sente saudade do Brasil?

– Costumo vir aqui três, quatro vezes por ano. Mas sinto falta da família e da comida. Sou comilona, nordestina. Quando chego ao Brasil, quero matar a saudade do pirão, da carne guisada com arrozinho... Agora, sou muito disciplinada, vou para a academia todos os dias. Se como mais do que acho que posso, vou fazer um exercício para gastar. Tento sempre manter o balanço.

– Longe das fotos e passarelas você gosta de andar produzida?

– Sempre bem vestida, mas totalmente despojada. Gosto de me sentir bem, confortável. Mas maquiagem, cabelo, salto não são exatamente minha praia. Por já passar a maior parte do tempo montada, produzida, quando não estou trabalhando, fico simples, tranquila, com meu cabelo cacheadinho. Meu estilo é casual, confortável. Ao mesmo tempo, tem
uma delicadeza, feminilidade.