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Daniel Boaventura

Na Ilha de CARAS, planos após a separação

Redação Publicado em 16/01/2011, às 22h18 - Atualizado em 07/06/2012, às 23h25

Sucesso como Diogo de Passione, ator, que terminou união de nove anos com Juliana Serbeto, fala da saudade das filhas, Joana e Isabela, e da dedicação ao trabalho. - GIANNE CARVALHO
Sucesso como Diogo de Passione, ator, que terminou união de nove anos com Juliana Serbeto, fala da saudade das filhas, Joana e Isabela, e da dedicação ao trabalho. - GIANNE CARVALHO
Nos últimos quatro meses, o ator Daniel Boaventura (40) viveu momentos extremos. O sucesso profissional alcançado com o personagem Diogo da novela Passione, que terminou na sexta-feira, 14, e o lançamento do CD Daniel Boaventura Italiano, se contrapõem à tristeza pelo fim do casamento de nove anos, em setembro de 2010, com a advogada Juliana Serbeto (30). "Foi um turbilhão de coisas", avalia ele, na Ilha de CARAS. Mas o ator conseguiu manter o equilíbrio para não deixar que as mudanças na vida pessoal interferissem no desempenho em cena. "Foi uma oportunidade fantástica na TV. Não poderia desperdiçar. Sou racional", afirma. A entrega de Daniel ao trabalho levantou rumores de que ele teria engatado um affaire com Mariana Ximenes (29), que fez seu par romântico na trama. "Não temos nada além de amizade. O que acontece é que pensamos do mesmo jeito. Nós dois somos perfeccionistas, queremos fazer o melhor. Acho que foi por isso que convencemos o telespectador. Fico feliz que tenha dado certo", garante o galã, que, por enquanto, descarta uma nova relação. "Quero me dedicar à carreira e às minhas filhas, ainda pequenas", ressalta o pai de Joana (7) e Isabela (1 ano e 8 meses). - Suas filhas moram com a mãe em São Paulo e você vai fazer shows pelo país para divulgar o CD. Como dará atenção a elas? - Nos intervalos, vou a São Paulo. Na verdade é lá que é a minha casa. Gosto de ficar com elas. Com a Bebé, que é a menorzinha, não saio tanto. Mas a Jojô é minha melhor parceira. Vamos muito ao cinema. Na verdade, ela é minha crítica de filmes e companheira de compras. (risos) É minha amiga. Sinto muita falta delas. - Você se sente sozinho? - Estou vivendo uma fase de reclusão, mas me sinto bastante tranquilo no momento. - Mas não é assediado? - Como sou muito discreto, nunca recebi uma cantada explícita. Uma ou outra mulher fala uma gracinha. Mas, normalmente, elas me param para dizer algo sobre o meu trabalho. Outro dia, meu pai, Edivaldo, estava comentando comigo isso, como repercutiu bem o Diogo... Parece até que foi a primeira novela que fiz. - A família está orgulhosa da fama que você conquistou? - Eles têm os pés no chão. Claro que ficam felizes, mas eu, com certeza, tenho muito mais orgulho deles. Meu pai e minha mãe, Solange, são o meu exemplo. Já os tios e primos já sabiam que sempre tive essa ligação com a arte. - Acredita que este seja o ponto alto da sua carreira? - É uma oportunidade realmente fantástica. Até porque, por causa desse trabalho, o próprio autor da novela, o Sílvio de Abreu, me sugeriu gravar o CD. - Você disse que é perfeccionista. Como conseguiu gravar em apenas dez dias esse álbum? - Na verdade, foram 11 dias, porque passei mais 24 horas no estúdio regravando algumas faixas. Queria ficar com o italiano perfeito e tive até um coach da língua para me ajudar. - Com tantas atividades, como consegue um tempo para você? - É raro, mas gosto de me cuidar quando não estou em ritmo intenso de trabalho. Faço musculação e me alimento bem (atualmente pesa 92 quilos distribuídos em 1,80m de altura). E também tento reservar momentos para o lazer. Gosto de viajar, jantar com amigos, ir ao cinema... Sou mais caseiro.