Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

Vire Gisele Bündchen e desfile em Paris, ao menos no videogame

O game “Fashion Hazard” une moda e ação e tem como cenário as passarelas de Milão, Londres e Paris

Juliana Cazarine Publicado em 22/08/2012, às 15h38 - Atualizado em 21/02/2013, às 23h56

Vida de modelo não é fácil, nem no videogame. No “Fashion Hazard” as tops têm que ralar! - foto-montagem
Vida de modelo não é fácil, nem no videogame. No “Fashion Hazard” as tops têm que ralar! - foto-montagem

Não são raros os lançamentos jogos temáticos de super-heróis, alienígenas ou mutantes para os principais videogames, tablets e celulares. Mas a maioria é voltada para o público masculino. Afinal, os personagens geralmente são homens e as situações propostas não fazem parte dos interesses femininos. Observando esse cenário, a editora americana Condé Nast criou o game “Fashion Hazard”, lançado esta semana e focado em um universo que as mulheres adoram: o da moda.  

O game foi inspirado em “Temple Run”, um jogo de aventura baseado nas histórias de Indiana Jones, e une moda e ação. No melhor estilo “Identidade Bourne na Fashion Week”, no “Fashion Hazard”, para desfilar nas passarelas de Milão, Londres e Paris, as modelos têm que enfrentar obstáculos para liberar funcionalidades, saber mais detalhes sobre a missão e avançar níveis. Cada personagem do jogo tem sua própria história. Bem diferente dos tradicionais games para mulheres em que a usuária tem apenas que montar looks, aqui você vai interagir com cenários e situações inesperadas. O jogo não faz referência direta a nenhuma modelo em particular, mas deixa implícita a similaridade de algumas pesonagens com tops famosas.

O “Fashion Hazard” pode ser encontrado no iTunes, e está disponível para iPhone e iPads por U$ 0, 99. Em breve, será lançado aplicativo para Android e outros formatos. O novo foco da indústria de game se explica pelos números. O público feminino já constitui a metade dos jogadores, segundo a Entertainment Software Association.

Por Juliana Cazarine