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Filme Frozen é acusado de propaganda gay e satanismo

Religiosos e blogueiros afirmam que as protagonistas do longa infantil estimulam o lesbianismo e fazem uma crítica à heterossexualidade

Caras Digital Publicado em 12/03/2014, às 17h56 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Frozen - Divulgação
Frozen - Divulgação

Frozen: Uma Aventura Congelante é um sucesso mundial não apenas entre o público infantil, mas também entre os adultos e os críticos de cinema - que deram até o Oscar de melhor animação para a nova produção da Disney. Porém, não são todos que gostaram da história das irmãs Elza e Anna.

Muitos blogueiros, pastores, católicos e escritores têm afirmado que o longa é uma propaganda explícita da homossexualidade e que estimula os jovens a  aceitarem o lesbianismo como algo comum. A repórter do site norte-americano Daily Beast, Caitlin Jackson, reuniu polêmicas sobre a história de Frozen. A principal acusação que o filme sofre é que o poder da princesa Elza, de congelar as coisas, seria uma metáfora ao lesbianismo. 

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A teoria que reforçaria este argumento está no fato de ela não se envolver com nenhum príncipe e precisar ficar solitária por anos, até “fazer um grito de liberdade”, com a canção Let It Go, se assumir e mostrar ao mundo quem ela realmente é. Além disso, os críticos afirmam que a animação falam mal dos heterossexuais. Para eles, a personagem Anna seria o símbolo da inconseqüência e superficialidade dos heterossexuais, já que ela deseja se casar com um homem que mal conhece. Outra questão homossexual levantada nas cenas está no fato de que o "amor verdadeiro" acontece mesmo entre as duas irmãs - e não entre Anna e seu pretendente.

Além de ser acusado de promover a homossexualidade, o desenho ainda sofre mais críticas. O pastor, Kevin Swanson, afirmou a um uma rádio norte-americana que o filme é satânico.