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Cinema / Oscar

Os brasileiros que brilharam no Oscar

Confira a participação brasileira na história do Oscar e veja os artistas nacionais que já passaram pelo tapete vermelho em Hollywood

Redação Publicado em 21/02/2013, às 15h41 - Atualizado em 17/03/2020, às 17h06

Participações brasileiras no Oscar - Arquivo CARAS
Participações brasileiras no Oscar - Arquivo CARAS

A 85ª edição do Oscar acontece no próximo domingo, 24, sem nenhuma produção brasileira indicada. Apesar de nunca ter recebido nenhuma estatueta, o Brasil já brilhou em várias cerimônias do prêmio mais importante do cinema.

A primeira indicação de um filme brasileiro ao Oscar aconteceu em 1963, quando O Pagador de Promessas, do diretor Anselmo Duarte (1920-2009), concorreu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. O longa tinha no elenco Glória Menezes (78), Othon Bastos (79) e Leonardo Villar (88) e perdeu a estatueta para o francês Sempre aos Domingos.

Em 1987, quem brilhou na premiação norte-americana foi Sonia Braga (62). Um ano depois de seu filme, O Beijo da Mulher Aranha, ter sido vencedor no Festival de Cannes, a atriz apresentou o prêmio de Melhor Curta-Metragem ao lado de Michael Douglas (68) - veja o vídeo abaixo. Em uma brincadeira, os dois falaram em português.

Com O Quatrilho o Brasil voltou ao tapete vermelho do Hollywood Boulevard no ano de 1996. A produção, dirigida por Bruno Barreto (57) e que conta a história de dois casais imigrantes italianos no Rio Grande do Sul, também foi indicada na categoria Melhor Filme Estrangeiro e tinha no elenco Gloria Pires (49) e Patrícia Pillar (49).

Mais uma vez, perdemos a estatueta e o holandês A Excêntrica Família de Antonia levou a melhor.

No ano de 1998, o representante brasileiro no Oscar foi O Que É Isso, Companheiro?, também de Bruno Barreto, que, novamente, perdeu o prêmio para um filme holandês, Caráter.

No ano seguinte, Central do Brasil foi indicado na categoria Melhor Filme Estrangeiro e sua protagonista, Fernanda Montenegro (83), recebeu indicação de Melhor Atriz. Infelizmente, quem ganhou a estatueta foram respectivamente, o filme italiano A Vida é Bela e a atriz Gwyneth Paltrow (40), por Shakespeare Apaixonado.

Cidade de Deus se tornou o filme brasileiro com mais indicações ao Oscar em 2004, nas categorias Melhor Diretor (para Fernando Meirelles, 57), Melhor Edição, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Fotografia.

Por fim, em 2011, os músicos Carlinhos Brown (50) e Sérgio Mendes (72) foram indicados ao Oscar de Melhor Canção Original, por Real In Rio, que faz parte da trilha sonora da animação Rio, dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha (48). Eles perderam o prêmio para Bret McKenzie, que compôs Man or Muppet, da animação Os Muppets.