A plenitude da mamãe Joana Balaguer em Portugal

Grávida, atriz vive fase de estabilidade com seus tesouros, Paulo e Martin

quarta 29 novembro, 2017
No Castelo de CARAS, Joana, Paulo e Martin são só sorrisos com a gestação de Gaia. Aos sete meses, a atriz já não sente enjoos
No Castelo de CARAS, Joana, Paulo e Martin são só sorrisos com a gestação de Gaia. Aos sete meses, a atriz já não sente enjoos Cadu Pilotto

É impossível não notar o brilho no olhar e a alegria de Joana Balaguer (33). O motivo? A atriz está grávida de sete meses de Gaia, fruto do feliz casamento de sete anos com o empresário português Paulo Palha (35), com quem já tem o fofo Martin (3). “Desde menina, eu sonhava em casar, ter filhos e, hoje, vejo esse desejo mais do que concretizado! A família é minha prioridade”, exalta ela, durante estada da família no histórico Palácio Bussaco, em Portugal, palco da temporada do Castelo de CARAS. “Fazia tempo que queríamos mais um filho. Como toda família, temos dias bons e ruins, mas o mais importante é que somos felizes, somos abençoados”, emenda Paulo.

Radicada em Lisboa com o clã, a atriz está longe das telinhas brasileiras desde o fim de Balacobaco, da Record TV, em 2013. No entanto, segue ativa no Velho Continente. Além de já ter atuado em duas novelas lusas, ela investe na faceta apresentadora. “Sempre gostei de falar e de me comunicar, mas nunca imaginei seguir por este caminho. O bacana é que estou conseguindo me realizar profissionalmente aqui em Portugal”, celebra a carioca, que se dedica às gravações do programa Seja Bem- Vindo, ainda em fase de estruturação, além do Cidades de Portugal, no qual apresenta destinos lusos com dicas de passeios, compras e curiosidades. Os vídeos podem ser vistos na internet e nos voos da TAP Air Portugal, companhia aérea oficial do Castelo de CARAS.

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Além dos papais, quem também conta os minutos para a chegada de Gaia é Martin. “Vou ajudar a cuidar da minha mana. Ela vai chegar, mas ainda está na barriga da minha mãe”, diz o pequeno, dono de olhar atento e curioso. “Esse é o gigante Adamastor, pai?”, indagou ele, fazendo referência ao personagem da epopeia Os Lusíadas, de Luís de Camões (1524–1580), ao ver uma das cenas dos azulejos portugueses que compõem a decoração da propriedade. “Ele presta muita atenção nas histórias que o pai conta!”, explica Joana. “Tratamos ele como um pequeno adulto, ele é uma criança bastante desenvolvida”, orgulha-se o papai.

– Deseja voltar ao Brasil?

Joana – A vontade existe, mas eu procuro reprimir o máximo possível, pois hoje seria difícil conciliar com a rotina já estabilizada que temos aqui. Vejo muitos portugueses que querem atuar lá, afinal, é um mercado maravilhoso, mas deixo esta vontade bem quietinha. Quando ela vem, eu procuro focar em outras coisas.

– Do que sente saudade?

Joana – Minha família vem sempre para cá, então quase não dá tempo de ter saudade! Sinto falta dos amigos, da comida e da rotina que eu tinha de caminhar por Ipanema, pelo Leblon... Ainda bem que, sempre que conseguimos, vamos ao Brasil.

– Sente diferença entre esta e a primeira gestação?

Joana – Nos primeiros quatro meses, sim. Na gravidez do Martin, eu tinha muita energia, apetite, malhava, já nos primeiros meses da Gaia eu enjoei muito e me sentia cansada. Agora, já normalizou. Martin nasceu no Brasil, porque eu queria estar perto da minha família e tinha a insegurança da primeira vez, mas Gaia nascerá em Lisboa. Hoje, temos uma rotina formada aqui e as inseguranças já não existem mais. Também estou tranquila em relação ao parto, que poderá ser normal ou cesária.

– Há um segredo para a união?

Paulo – Não existem fórmulas, mas o sucesso de um casamento é um trabalho constante. Somos pessoas diferentes e é preciso ter tolerância com as diferenças um do outro para dar certo.

– Filhos tornam mais sólida?

Paulo – Eles alteram nossa dinâmica, mas fortalecem a união.

– Quais características mais admiram um no outro?

Joana – Paulo é muito correto, justo e ligado à família.

Paulo – Mais do que beleza externa, Joana é muito generosa, espontânea e verdadeira. Às vezes, até fala coisas sem pensar, o que nem sempre é positivo, mas prefiro a sinceridade dela do que uma pessoa artificial.

– O fato de ela ser uma pessoa pública dá espaço para o ciúme?

Paulo – Foi um processo. O tempo é o melhor aliado para entender e se acostumar. É preciso respeitar o espaço do outro.

Joana – Ele entende o meu trabalho e eu, o dele. Já morei em Moçambique e Austrália por conta do trabalho do Paulo. Ou você se adapta ou o casamento acaba.

– E a personalidade de Martin?

Joana – Ele tem um lado palhaço e artístico, que é meu, mas também é curioso, como o pai.

por Tamara Gaspar
Atualizado quarta 29 novembro, 2017 (295265) | 23/10/2018 15:49:02

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