Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

Luiza Possi vai à TV

Cantora será jurada do ídolos 2011

Redação Publicado em 20/12/2010, às 13h55 - Atualizado em 07/06/2012, às 23h25

No Castelo de CARAS em New York, Luiza aprecia um saboroso hambúrguer e traça os planos para o próximo ano, quando ajudará a escolher o novo astro da música no País. - SELMY YASSUDA / ARTEMÍSIA FOTOGRAFIA
No Castelo de CARAS em New York, Luiza aprecia um saboroso hambúrguer e traça os planos para o próximo ano, quando ajudará a escolher o novo astro da música no País. - SELMY YASSUDA / ARTEMÍSIA FOTOGRAFIA

Depois de um ano de turbulências como a troca de empresário, mudança de cidade e problemas de saúde na família, Luiza Possi (26) volta a respirar aliviada. A cantora termina 2010 com uma notícia que muda os rumos de sua já bem-sucedida trajetória: em 2011, ela será jurada do reality show Ídolos, da Record. No Castelo de CARAS, em Tarrytown, New York, onde passou temporada, a filha de Zizi Possi (54) revela as expectativas de sua participação no programa, que busca novos talentos musicais por todo o território nacional, e faz um balanço dos acontecimentos que a ajudaram a amadurecer. Substituta de Paula Lima (40), Luiza - que não assume romance desde o fim de seu namoro de seis meses com o humorista Marco Luque (36), do CQC, em 2009 - tentará conciliar a turnê do álbum Bons Ventos Sempre Chegam com as gravações do programa. Ao lado de Marco Camargo (50) e outro jurado que ainda será escolhido pela emissora, ela terá a difícil tarefa de selecionar os milhares de candidatos a astro da música no País. "Vamos passar os próximos seis meses gravando. É a hora certa." - Como foi 2010 para você? - Estou fechando o ano com chave de ouro. Foi muito difícil para mim e termino com esta curva ascendente. Deus é realmente muito meu amigo. Eu arrisquei muito neste ano. Troquei de empresário, mudei de cidade e fiz minha casa. Minha mãe está se recuperando de uma cirurgia delicadíssima na coluna. Estou desde setembro sem ter um final de semana livre de tanto fazer shows. - Dificuldades encorajam? - Não dá para ter medo de crescer nem de dar pulos. Tenho medos, mas isso não vai me deter jamais. Durante o ano, sabia o que tinha de fazer e que não teria outra opção. Claro que, à noite, batia aquele medo. Mas de dia vinha a coragem. - Como surgiu o Ídolos? - Nesta última temporada, eu participei do programa em Florianópolis. Fui sem pensar no que estava fazendo, mas me disseram que parecia que eu já tinha feito aquilo a vida inteira. Senti que tinha ido um pouco além e que eles haviam me testado. Me deixaram comandar a bancada, chamando os candidatos. Quando foi ao ar, era para ser uma edição, mas rendeu três. Gostei deste papel, de ouvir as pessoas e poder falar sobre elas. Sou uma jovem veterana, com dez anos de carreira. Já passei por muita coisa para chegar aonde cheguei. Gosto da idéia de saber o que está acontecendo musicalmente por aí, o que está vindo, como estão as pessoas e como elas estão sendo formadas. O namoro estava acontecendo há algum tempo e, finalmente, assinamos contrato. Começo a gravar em janeiro. - Sempre quis fazer TV? - É algo que me fascina, pois sempre fui apaixonada por televisão. Eu via Globo de Ouro e Chacrinha quando minha mãe ia cantar e ficava louca. A primeira vez que pisei na TV, pensei: "Gosto desta brincadeira". Tive experiências como o dominical Jovens Tardes (2002-2004), da Globo, e depois veio o Circo do Faustão (2007), que foi um exercício de superação para mim. - Você vê a versão americana? - Não consigo assistir muita TV, mas adoro o American Idol e acho o formato perfeito. - Será uma jurada boa ou má? - Não sou de dar bronca. Quando fui jurada em Florianópolis, teve horas em que estava sendo superlegal e fofa, mas algumas pessoas me disseram que eu havia sido grossa. Acho que estes macetes a gente vai pegando aos poucos. Estou trabalhando mais a comunicação que a imagem. Na TV, quem estará sob julgamento serei eu. - Vai dar tempo de namorar? - Já faz tempo que estou a pessoa mais solteira deste País. Mas não nasci para ficar sozinha. Descobri que gosto de ter alguém para ligar e para dar satisfação da vida. É estranho ficar tanto tempo sem namorar. Também acho bobo só ficar com alguém. Mas agora é hora de focar no trabalho e nem daria para procurar muito.