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Elogiada por Andy Garcia, Carol Castro pensa em carreira internacional

No Castelo de Caras, Carol Castro exalta mudanças e maturidade no amor

Redação Publicado em 16/10/2012, às 15h17 - Atualizado em 19/03/2020, às 13h21

Em clima de mistério, a atriz se transforma em anjo negro e destaca suas descobertas pessoais,
em Tarrytown, a 40 minutos de New York. - Martin Gurfein
Em clima de mistério, a atriz se transforma em anjo negro e destaca suas descobertas pessoais, em Tarrytown, a 40 minutos de New York. - Martin Gurfein

Descobrir os mistérios da vida é uma tarefa que vem mobilizando Carol Castro (28). Para cumprir com êxito o desafio que se propôs a encarar, a atriz conta com o precioso auxílio do tempo. “Estou chegando perto dos 30 anos e percebi que passo por um processo de mudanças. As experiências acumuladas estão ajudando a me tornar uma pessoa mais preparada para o mundo, com mais sabedoria e mais calma. É a minha melhor fase”, assegura a carioca. “Aprendi que é preciso deixar a ansiedade de lado... Se fizermos isso, as coisas acontecem naturalmente. Quando a gente menos espera, a vida nos surpreende”, emenda a beldade, durante estada no Castelo de CARAS, em Tarrytown, New York.

A filosofia que a atriz adotou já deu provas de sua veracidade no campo do amor. Após término de uma união de dois anos, Carol preferiu aquietar o coração, mas não imaginava que, alguns meses depois, tudo mudaria. Há quatro meses, ela foi flechada pelo Cupido e está namorando o modelo carioca Raphael Sander (25). “Raphael é uma pessoa discreta e educada. Estou muito feliz ao lado dele. Acho que esse período de autoconhecimento pelo qual passo também influencia na relação. Hoje, sou mais madura nesse aspecto”, acrescenta ela, de férias da TV desde o término da global Amor Eterno Amor e no elenco do longa Open Road, dirigido pelo também ator Márcio Garcia (42).

– Você diz viver período de descobertas. Qual a maior que já fez?

– Acredito que a vida é um grande mistério e ao mesmo tempo um grande presente! Quando a gente aceita isso e deixa a ansiedade de lado, as coisas acontecem naturalmente. Essa foi minha descoberta. Quando a gente menos espera, a vida nos surpreende.

– Sente-se melhor com todas essas mudanças? com meu corpo e comigo do que quando tinha 20 anos.

– Sim. Sou mais mulher, mas ainda tenho a alma de menina. Hoje, por exemplo, sou mais feliz

– Como conheceu Raphael?

– Ele morava em Londres e voltou para o Brasil há pouco tempo, nos conhecemos no Rio.

– Com o fim da novela, pretende descansar? Como?

– É a primeira vez que termino uma novela e vou tirar férias, dar uma respirada. Sempre emendei um trabalho no outro e ainda fazia teatro, tudo muito intenso... Surgiram alguns convites de peças, mas decidi dar uma pausa. Acho que é a hora de pensar em mim.

– Como foi fazer o filme?

– Apesar de ser uma participação, a experiência foi incrível, principalmente por contracenar com Andy Garcia. Eu cresci assistindo aos filmes dele e, quando nos encontramos, ele foi um cavalheiro, muito receptivo e ainda elogiou meu trabalho! Foi incrível.

– Os elogios a fizeram pensar em alçar voos internacionais?

– Eu já pensava em iniciar uma carreira internacional e, depois de ter o aval dele, penso ainda mais. Minhas falas no filme foram todas em português, mas mesmo assim ele me abriu os olhos para a questão do inglês, é preciso me aperfeiçoar. O Raphael fala perfeitamente o idioma e está me ajudando nesse sentido com algumas aulas. Melhorar meu inglês está no topo da lista de coisas a se fazer nesse período de descanso. Mas não tenho pressa para as coisas acontecerem, tudo tem seu tempo.

– Seu pai, Luca de Castro, é ator e diretor. O amor pela carreira foi uma influência?

– Foi uma grande influência, mas não de maneira ativa. Ele chegou para mim e perguntou se era isso mesmo que eu queria fazer, pois ele já sabia que essa profissão não era um mar de rosas. Porém, eu tinha consciência das dificuldades que se enfrenta e nada disso me fez abrir mão. Ele me ensinou que a fama é uma consequência do trabalho, não a essência.

– Em meio à sua fase de transformações, a forma de lidar com vaidade também mudou?

– Sempre fui vaidosa, mas é importante ter equilíbrio. Aprendi muito com a Cassia Kiss, com quem fiz meus dois últimos trabalhos na TV. Com ela, percebi que apesar de o ator trabalhar com a imagem, na hora de encarar um papel a vaidade deve ser anulada. Não devo me preocupar com cabelo ou roupa, quem manda ali é o personagem.

– E fora dos personagens, como você procura se cuidar no dia a dia?

– Procuro, acima de tudo, ser saudável. Confesso que era um pouco relaxada, mas nos últimos tempos estou deixando o lado mulher se fazer presente. Minha pele é sensível, então, não dispenso o protetor solar e o hidratante. Também evito passar maquiagem, porque já uso em excesso quando trabalho.