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A GUINADA DE LEILA SCHUSTER

Ela revela no castelo por que se separou após 13 anos de união

Redação Publicado em 10/12/2008, às 09h12 - Atualizado às 20h14

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Bonita, bem-sucedida e recémseparada, a empresária Leila Schuster (34) garante que não atrai a atenção dos homens. E tem uma teoria surpreendente para embasar sua opinião ao citar o ex-marido, o empresário Hélio Viana (50), de quem se separou há três meses. "Uma vez, brincando com o Hélio, perguntei se ele não tinha ciúmes por eu ir aos eventos sozinha. E ele disse, em tom de piada: 'não, os homens não se aproximam porque você tem cara de chata'. O pior é que, na mesma hora, concordei. Sou tímida e fechada. As pessoas realmente têm um certo receio de se aproximar. Tenho cara de chata mesmo", admite ela. Ainda exibindo as medidas que tinha em 1993, quando foi eleita Miss Brasil, 60 quilos e 1m77, Leila também credita a falta de assédio ao seu biotipo. "Moro no Rio, onde existem inúmeras mulheres sensuais. Nunca fui convidada para posar nua, por exemplo, porque não sou sexy, sou clássica", garante. Em sua temporada no Castelo de CARAS, no Hudson Valley, em New York, Leila, que há dois anos se dedica à sua grife de roupas, a Miss Schuster, também abriu o jogo sobre o fim da união, que completaria 13 anos em novembro. E confessou que não se arrepende. "É como se vivesse um luto, mas sou cigana, independente e dinâmica. Precisava mudar", disse ela, mãe de Klaus (12), da união com Hélio. - O que motivou a separação? - Para encerrar uma coisa tão antiga, ou aconteceu algo radical, que estourou naquela hora, ou trata-se de uma crise forte, de difícil retorno. Não foi por falta de amor. Admiro muito o Hélio. É um dos homens mais inteligentes que conheço. E ele também me admira, mas você vai vendo no dia-a-dia que está faltando algo. O importante é que a gente mantém uma amizade muito grande. - Não houve traição? - Não teve traição, ninguém bateu em ninguém, não houve nada demais. E isso é mais difícil ainda de as pessoas entenderem. Todo mundo falava que iria me arrepender. Mas a gente tem obrigação de ser feliz. Não dá para ficar casada com alguém que virou um irmão. Não dá para ficar com o outro apenas por carência, uma hora temos que resolver. O sofrimento é grande, mas paciência. - Quem tomou a decisão? - Os dois. A gente foi se distanciando, um se irritando com o outro à toa. Aí resolvemos conversar para tentar melhorar, só que realmente não dava mais. Talvez esteja cometendo um erro, talvez um dia ele também tenha essa sensação. Mas hoje não vejo assim. Sinto tristeza em vários momentos, mas nenhuma vontade de voltar. - Você sabe sair para azarar? - Nunca fui de azarar e nem quero aprender. Acho até engraçado. Sempre tive relacionamentos longos. Não sei dar em cima dos outros. Por isso, quem sabe chegar e tem lábia, me conquista. - Como o seu filho enfrentou a separação? - Klaus é uma bênção divina. O que mais me preocupava era como contar para ele, que sempre foi protegido e nunca soube das notícias ruins. Hoje, vejo que isso foi um erro, que não temos que criar filho em uma redoma. Mas um dia expliquei que estávamos nos separando. Ele chorou muito. No dia seguinte, me fez várias perguntas e logo depois entendeu a situação. - E a casa de vocês, que foi palco de inúmeras festas no Rio? Com quem ficou? - Continuo morando lá, mas estou procurando um apartamento. A casa realmente é muito grande. Não me sinto segura de ficar sozinha com o Klaus. E, além disso, viajo muito por conta da grife. O Hélio é o festeiro, por isso ele vai voltar para a casa depois que eu me mudar.