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Carnaval / Folia

Mangueira entusiasma o público com inovadora parada da bateria

Verde e Rosa faz foliões delirarem ao evocar na passarela do samba o tradicional bloco carioca Cacique de Ramos

Redação Publicado em 22/02/2012, às 15h19 - Atualizado às 15h24

Terceiro carro alegórico da Mangueira a entrar na avenida, o Folia da Elite Carioca impressiona com seu requinte. Os ritmistas são o grande destaque do desfile da agremiação.
Terceiro carro alegórico da Mangueira a entrar na avenida, o Folia da Elite Carioca impressiona com seu requinte. Os ritmistas são o grande destaque do desfile da agremiação.

A irreverência e descontração do carnaval de rua carioca deram o tom ao desfile da Estação Primeira de Mangueira, que levou para a Marquês de Sapucaí a história do bloco Cacique de Ramos, um dos mais tradicionais do Rio, que celebrou seu cinquentenário em 2011.

Formada por 250 ritmistas comandados pelo mestre Aílton Nunes, a bateria empolgou o público ao apresentar a inédita “paradona”, por mais de dois minutos, quando apenas os cantores Dudu Nobre (38), Alcione (64), e Xande de Pilares, do grupo Revelação, entoaram o enredo Vou Festejar! Sou Cacique, Sou Mangueira, sem acompanhamento dos ritmistas, surpreendendo, inclusive, a maioria dos integrantes da verde e rosa. A ideia inovadora partiu do presidente da escola, o músico Ivo Meirelles (46). Embora polêmica, a novidade recebeu muitos elogios e a agremiação foi uma das mais comentadas da última noite de desfiles do Grupo Especial. Durante a passagem da escola pela passarela do samba, também foram destaque a beleza das alas coloridas e a grandiosidade dos carros alegóricos, como o romântico Folia da Elite Carioca, que chamou a atenção ao reproduzir um dos majestosos bailes de máscaras do século XIX, com direito a pierrôs e colombinas e a encantadora carruagem em formato de cisne.