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Carnaval / Folia

Dragões da Real usam mitologia para explicar suas origens

Dragões da Real recorre ao reino imaginário para contar sua história e conta com a participação de Simone Soares e Cacau Colucci na avenida

Redação Publicado em 09/02/2013, às 07h24 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Desfile da Dragões da Real - Paduardo/AgNews
Desfile da Dragões da Real - Paduardo/AgNews

A penúltima escola a desfilar neste primeiro dia de desfiles em São Paulo, a Dragões da Real, homenageou sua comunidade, falando das várias faces de seu símbolo: o dragão. Com o samba enredo Dragão, guardião real, mostra seu poder e soberania na corte do Carnaval, a agremiação explorou um reino imaginário em que a figura do bobo convida a corte para contar a história do lendário animal.

O desfile começou na antiguidade, com a primeira alegoria em forma de castelo. Na sequência, o dragão foi retratado na mitologia, literatura e cinema. Ao todo, foram 26 alas, em que se destacam as baianas, que representaram as damas da corte do mundo imaginário mostrado na passarela. No total, 3.200 pessoas desfilaram e colorindo o sambódromo do Anhembi.

O dragão do carro abre-alas da escola era formado por 5.000 escamas feitas de EVA. Um dos pontos forte da apresentação foi o quarto carro alegórico, que trouxe para avenida os países que têm a figura do dragão como símbolo, com destaque especial o chinês. O último carro alegórico homenageou a própria escola de samba, coroando o rei momo como a grande representação do dragão.

Simone Soares e Cacau Colucci desfilaram pela escola.