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Carnaval / Folia

Beija-Flor homenageia São Luis do Maranhão e Joãosinho Trinta

O samba de Beija-Flor pode até ter sido sobre São Luis do Maranhão, mas o destaque do desfile da escola foi a tão esperada homenagem ao carnavalesco Joãosinho Trinta, falecido em 17 de dezembro de 2011

Redação Publicado em 20/02/2012, às 04h50

Raissa de Oliveira, rainha de bateria da Beija-Flor - Raphael Mesquita / PhotoRioNews
Raissa de Oliveira, rainha de bateria da Beija-Flor - Raphael Mesquita / PhotoRioNews

Outra viagem ao Brasil ganhou destaque na primeira noite de desfiles do carnaval carioca na madrugada desta segunda-feira, 20, no Rio de Janeiro. E a homenagem da vez foi a São Luís do Maranhão, terra de grandes astros brasileiros, como o artista plástico e famoso carnavalesco Joãosinho Trinta (1933-2011), falecido há dois meses.

O desfile da atual campeã do carnaval carioca Beija-Flor entrou na Marquês de Sapucaí contando a evolução política e cultural da capital brasileira, bem como o desenvolvimento das lendas locais.

O famoso bumba-meu-boi foi um dos maiores destaques do desfile, dando vida a um carro de 11 metros de altura de um boi preto que soltava fumaça pelas ventas. Além disso, o samba e desfile abordaram a vinda dos franceses e holandeses ao Maranhão, que importaram para São Luis parte de sua cultura, como os azulejos coloniais.

E foram justamente os azulejos que encerraram o desfile, com uma espécie de casa colonial toda revestida dos tais azulejos que, além de trazer a tona a história da cidade, acompanharam a bela homenagem ao sambista Joãosinho Trinta, que deu seis títulos à Beija-Flor durante sua passagem pela escola entre os anos de 1976-1992.

Boni (76), Alcione (64), Zico (58) e Zeca Baleiro (45). Os destaques do desfile foram a comemoração de 20 anos do casal de mestre-sala e porta-bandeiras Claudinho e Selminha Sorrisos, e a inclusão de dez pandeiros maranhenses até então nunca usados no carnaval carioca.