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Daniele Suzuki lamenta a separação e diz: 'Uma pessoa vai aparecer no momento certo'

Na temporada CARAS/Neve 2013, Daniele Suzuki fala pela primeira vez sobre a separação. Ela conta que vive o luto do fim do casamento e questionada sobre uma possível reconciliação, afirma: 'A situação é complicada e delicada'

CARAS Publicado em 06/08/2013, às 12h33 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Fera no snow, Dani, que adora esportes radicais, garante que não existe tempo ruim para ela e se orgulha por ser persistente - Martin Gurfein
Fera no snow, Dani, que adora esportes radicais, garante que não existe tempo ruim para ela e se orgulha por ser persistente - Martin Gurfein

Não existe tempo ruim ou dia feio para Dani Suzuki (35). “Curto neve, calor, céu cinza, azul. Adoro contrastes. Quando alguém olha para o céu e acha feio, está com algum problema”, garante ela, que aplica a filosofia em tudo na sua vida. Em Termas de Chillán, na temporada CARAS/Neve, a atriz e apresentadora deu provas de sua coragem e personalidade. Mais do que as manobras radicais no snow — já conquistou um título de campeã brasileira amadora, em 2007 —, ela mostrou isso ao falar sobre sua separação. Em fevereiro, Dani rompeu a união de dois anos com o empresário Fábio Novaes (30), pai de seu filho, Kauai (2). “Assim como gosto de chuva e de sol, também quero sentir a tristeza profunda. Tenho de respeitar tanto meus momentos de luto como os de alegria. Às vezes, é preciso viver esse luto para despertar de outra forma. Mas não é para afundar na depressão ou na estagnação. É curtir a tristeza, só que viva, aprender para ir em frente. Saber onde errou e não fazer de novo”, ensina, feliz com seu jeito. “Sou muito persistente no trabalho, no esporte, nas relações. Em tudo, vou até o fim. Só parto para outra quando não dá mesmo e vejo que é hora de mudar de rumo. É a consciência limpa. Sei que fiz tudo.”

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– Como foi esse processo?

– Bem difícil. Muita gente supera rapidamente uma separação, mas comigo não é assim. Casei para durar a vida toda. Então, o rompimento mexeu bastante comigo. Tinha criança pequena, foi complicado ter a casa vazia. Aproveito para me analisar e me adaptar à nova estrutura familiar. Apesar das turbulências e questionamentos, eu e Fábio temos de proporcionar um ambiente de paz para nosso filho.

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– E seu momento, como está?

– Introvertido, focado em projetos profissionais, querendo escrever livros, deixando o coração ficar calmo, esperando a hora dele. Estou quieta, mais absorvida que decidida a desbravar o mundo e encontrar um novo amor. Uma pessoa vai aparecer no momento certo. Agora, estou aprendendo.

– Há chance de reconciliar?

– A situação é complicada e delicada. A gente muda, mas não pode mudar o outro. Estamos vivendo coisas diferentes. Então, passei a focar em mim. Em fase de tristeza, é preciso se recompor. E é isso que venho fazendo, estou ligada nas coisas que amo. Por isso, agora, os projetos profissionais vêm em cascata. Antes, deixava tudo acumulando na gaveta. Vejo hoje que não tenho controle da vida e a qualquer momento pode acontecer uma surpresa. Me sinto pronta para qualquer coisa.

– Como cria o seu filho?

– Quero exercer a maternidade e sei que é difícil educar um ser humano com bons valores, caráter, consciência, coragem, tudo o que aprendi com a minha mãe. Ela me criou para o mundo, não para ela. Não vim de família rica, tudo o que conquistei foi batalhado. É o mais importante. Quero que Kauai também batalhe pelas coisas.

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– E quais projetos toca hoje?

– Mudei muita coisa na carreira. Emendei uma novela na outra desde 1999. Nos intervalos, viajava com programas como o Tribos e o Pé no Chão. Aprendi tanto que estou escrevendo um livro sobre as experiências de quando morei com as pessoas mais diferentes. Várias me marcaram, como os esquimós, lembro muito deles aqui no Chile. Gosto de aprender coisas novas e, como apresentadora, tenho mais tempo para isso, para cuidar do meu filho, além de mais autonomia. Escrevo meus próprios roteiros, tenho mais liberdade e mais qualidade de vida. Já estou gravando um novo programa para o Multishow, o Vai Rachar? Deve ir ao ar em setembro. É um game no qual entrevisto pessoas nas ruas. Também tenho novos projetos na Globo, em fase de elaboração.

– Todos elogiaram sua forma física. Mudou algo?

– Pratico esportes desde criança e fiz balé a vida inteira. Mas este ano conheci a hot yoga, nos EUA, e descobri que a atividade chegou ao Rio, em uma academia perto da minha casa. Fazemos as 26 posturas da yoga em uma sauna a 42 graus. Isso acelera o metabolismo, elimina mais as toxinas, trabalha a elasticidade, o tônus, além de relaxar mentalmente, porque você também medita. Fisicamente, o resultado é muito rápido. Queimo 2000 calorias todos os dias. Ainda quero perder uns 3kg e ganhar 1,5kg de massa muscular; o meu ideal é 51kg. A profissão exige. Se não fosse isso, estava satisfeita.