Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

A química de Renata Dominguez e Spinello

Atriz e diretor contam durante a Temporada CARAS/NEVE que em breve vão morar juntos

Redação Publicado em 02/08/2010, às 16h07 - Atualizado em 07/06/2012, às 23h25

Namorados há oito anos, o casal contempla a paisagem na estação de esqui Cerro Bayo, em Villa La Angostura, patagônia argentina. - SELMY YASSUDA/ARTEMISIA FOT. E COMUNICAÇÃO PRODUÇÃO: CLAUDIO LOBATO AGRADECIMENTO: CORPOREUM, JORGE BISCHOFF E ROSA CHÁ
Namorados há oito anos, o casal contempla a paisagem na estação de esqui Cerro Bayo, em Villa La Angostura, patagônia argentina. - SELMY YASSUDA/ARTEMISIA FOT. E COMUNICAÇÃO PRODUÇÃO: CLAUDIO LOBATO AGRADECIMENTO: CORPOREUM, JORGE BISCHOFF E ROSA CHÁ

Enquanto a maioria dos casais investe na quebra da monotonia para o sucesso da relação, Renata Dominguez (30) e Edson Spinello (49) vão na contramão. "Sabe o que mais quero? Rotina. Estamos juntos há oito anos, mas nunca vivemos isso. Sentimos falta da convivência diária, de jantar junto, de ter um lar que funciona", contou a atriz, na Temporada CARAS/ NEVE 2010, em Villa La Angostura, patagônia argentina. A viagem, das poucas em que conseguiram conciliar férias, acabou sendo uma das últimas antes da mudança do casal para o novo apartamento, no Rio. "É como se fosse uma despedida de solteira", disse ela, rindo. Apesar disso, o casamento, planejado desde 2008, momentaneamente deixou de fazer parte dos planos. Spinello, diretor do sucesso Bela, a Feia, no ar até junho na Record, e Renata, longe das novelas desde Promessas de Amor, em 2009, explicam os novos passos da relação e de como driblam a agenda lotada. "Quando ele está com novela, fica trabalhando até a madrugada. O segredo é tirar ele do Brasil. Aí posso tê-lo só para mim", ensinou. - Por que adiar o casamento? Renata - Nós temos outras prioridades, como terminar a obra do apartamento. Casamento é quase novela. Envolve emoção, escalação de elenco, cenário, figurino (risos). E como estava de férias, viajei bastante. Já Spin se dedicou à trama de Bela, a Feia. Então, ficamos muito tempo separados. Ele até reclamou minha ausência. Agora queremos estar juntos com tranquilidade. No futuro, podemos oficializar. Mas agora não queremos ter trabalho. - Já viveram a experiência de morar na mesma casa? Renata - Em 2003. Mas adoeci, tive síndrome do pânico. Quando se passa por isso, é preciso se apegar à essência. Acabei voltando para a casa dos meus pais. Agora, posso dizer que estou praticamente curada. É bom falar no assunto. Quem tem a doença, acha que é o fim, que está enlouquecendo. Sou um exemplo de que tem cura. Não é uma deficiência física. É o emocional que desencadeia tudo. Por isso, a terapia é tão importante. - Qual a receita do sucesso da relação de oito anos? Spinello - Uma das coisas, é que somos muito diferentes. Mas nos completamos. Enquanto Renata é extrovertida, sou mais fechado. Renata - Tem que saber ceder. A gente conversa muito. Não tem segredo. Quando existe amor, você encontra a maneira de ser feliz. - O que um admira no outro? Spinello - A simpatia dela. Renata sorri com os olhos. Renata - Spin tem senso de justiça aguçado. Como ele disse, é introvertido. Mas quem consegue quebrar essa barreira e passa a conhecê-lo de verdade, descobre um ser humano lindo, uma criança. - Curtem trabalhar juntos? Spinello - Como Renata me conhece bem, não preciso falar muito para ela entender o que quero. Fora que a considero uma das melhores atrizes de sua geração. Renata - Somos profissionalmente compatíveis. Ele sabe tirar de mim fácil a emoção porque conhece a fundo minhas feridas. Me acabo de chorar (risos).