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Big Brother / Sob análise!

Outros participantes do Big Brother Brasil 2019 estão com questões na justiça

Além da campeã Paula, outros nomes estão sendo investigados por falas polêmicas

CARAS Digital Publicado em 17/04/2019, às 15h04 - Atualizado às 15h07

Falas de alguns participantes seguem sob análise da justiça - Reprodução/TV Globo
Falas de alguns participantes seguem sob análise da justiça - Reprodução/TV Globo

O Big Brother Brasil 2019 deu o que falar entre os telespectadores. Enquanto alguns consideraram a edição um pouco mais calma do que costuma ser, outros já acreditam que atingiu as expectativas com os seus acontecimentos. Porém, o que está dando o que falar não é o confinamento em si, mas, o desdobramento do pós jogo.

Desde que chegou ao fim, diversas questões foram levantadas. Na última segunda-feira, 15, por exemplo, a campeã, Paula, foi a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, para depor sobre uma situação complicada que se envolveu durante o jogo, quando se referiu à religião do participante Rodrigo.

Porém, antes mesmo do começo do reality, um outro participante teve que deixar a atração, justamente para acertar algumas pendências com a justiça, que foi o caso de Vanderson. Se você acha que parou por aí, está bem enganado! Outros nomes estão sendo investigados por comentários feitos durante o programa global.

Isabella, Maycon e Tereza também protagonizaram algumas polêmicas no tempo em que ficaram na casa mais vigiada do Brasil. A fim de esclarecer a situação, o delegado responsável pelo caso, Gilbert Stivanello, disse que já foram apuradas as falas e algumas delas já estão resolvidas perante à justiça.

"O programa têm pessoas que pagam pay-per-view e ficam com muito conteúdo aberto durante 24 horas. Os outros episódios que vieram para nós para análise, nós entendemos que não iam além da liberdade de expressão. São episódios como o posicionamento de uma pessoa lá acerca da política de cotas. Essa pessoa falou a opinião dela, no caso contrária, mas não se manifestou de forma ofensiva a ninguém. Então, no nosso entendimento, a questão da política de cotas, ser a favor ou contra, ainda está amparado pela liberdade de expressão", disse o advogado.