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Endocrinologista esclarece as dúvidas sobre os hormônios femininos

A profissional explica como eles podem ajudar na saúde; veja

Bruna Nastas Publicado em 09/03/2018, às 12h45 - Atualizado às 12h45

Celulite - Shutterstock
Celulite - Shutterstock

Os hormônios femininos, muitas vezes, acabam interferindo de uma maneira positiva e negativa na vida da mulher.

A endocrinologista, Dra. Juliana Garcia Dias, explica como eles podem ajudar na saúde e bem-estar.

Confira:

- TPM: Muitas mulheres acabam reclamando da tensão pré-menstrual, "que por questões do ciclo ovulatório sentem mudanças no corpo, como retenção de líquido, mudança de temperatura corporal e a nível cerebral variação de serotonina, que pode causar irritabilidade, tristeza, nervosismo e até enxaqueca". Os sintomas podem ser amenizados com exercícios físicos, meditação e uso de anticoncepcional.

- Baixa libido: "É o desejo sexual. As mudanças na libido têm diversas causas. O estresse, excesso de trabalho, depressão, uso de antidepressivos ( deve-se pensar em trocar o tipo, caso ocorra), uso de alguns antihipertensivos e diuréticos, além dos distúrbios hormonais relacionados testosterona, prolactina, tireóide, cortisol. Não é indicado o uso de hormônios sem orientação do endocrinologista, principalmente dos derivados de testosterona".

- Gordura localizada e celulite: Esse problema também pode ocorrer nos homens, mas são as mulheres que acabam sofrendo mais com o depósito de gordura subcutânea abdominal, flancos e bumbum. "Uma forma de driblar seria a perda de peso, exercício aeróbico e de resistência muscular para tonificar músculo e aumentar metabolismo. Beber bastante água. Evitar doces em excesso, bebidas alcoólicas e industrializadas. Investir nas fibras e farinha integral, legumes e frutas".

- Ganho de massa muscular: O ganho da massa magra é importante para favorecer a "manutenção" de peso após perder alguns quilos. "Quanto mais massa magra temos, mais mantemos nosso metabolismo alto. Previne problemas de osteoporose na menopausa. Reduz a chance de flacidez e até de diabetes. Não é recomendado o uso de hormônios para esse fim, mas uma dieta com cota proteica individualizada, com exercício físico de resistência muscular ( musculação, pilates) e, em alguns casos, suplementos que ajudam na formação muscular podemos aumentar a massa muscular".