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A torcida de Adriane Galisteu para o amado, Alê

Triunfo de Alexandre Iodice no disputado Pro-AM, em NY

CARAS Publicado em 20/09/2015, às 08h56 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Alegria do casal diante da entrada do estádio Arthur Ashe, onde ocorrem as partidas do Aberto de New York. - CADU PILOTTO, MARTIN GURFEIN, CARLO ALLEGRI, EDUARDO MUNOZ, JERRY LAI E MIKE SEGAR/REUTERS, E MATTHEW STOCKMAN/GETTY IMAGES
Alegria do casal diante da entrada do estádio Arthur Ashe, onde ocorrem as partidas do Aberto de New York. - CADU PILOTTO, MARTIN GURFEIN, CARLO ALLEGRI, EDUARDO MUNOZ, JERRY LAI E MIKE SEGAR/REUTERS, E MATTHEW STOCKMAN/GETTY IMAGES

O torneio de tênis mais badalado do mundo teve marcante presença brasileira nas quadras do complexo de Flushing Meadows, no bairro do Queens, em New York, e também na estrelada plateia: a apresentadoraAdriane Galisteu (42) torceu por seu eleito, o empresárioAlexandre Iodice (44), que disputou com o ator Murilo Rosa (45) e com verdadeiras lendas do tênis o Pro-AM CARAS US Open 2015, competição beneficente que reúne profissionais e amadores nas famosas quadras do Aberto dos EUA.

Alê foi o melhor brasileiro em quadra, após disputar partidas com o australiano Pat Cash (50), a dominicana Mary Joe Fernadez (44), o americano Michael Chang (43) e o francês Henri Leconte (52), entre outros, e dividir a alegria de jogar tênis em torneio prestigiado também pela tcheca Martina Navratilova (58), a californiana Tracy Austin (52), o nova-iorquino James Blake (35), o australiano Mark Philippoussis (38), a americana Chanda Rubin (39), o francês Cedric Pioline (46) e a espanhola Arantxa Sánchez Vicarío (43). “Comecei a jogar tênis aos 8 anos, mas fiquei uns 20 sem jogar. Coincidentemente, no começo do ano, voltei a fazer aula. Quando você começa a acertar a bola e pontuar, se torna fácil voltar a fazer o que gostamos! Não é tão fácil como andar de bicicleta, que você nunca esquece... O condicionameto físico eu já tinha, pois eu e a Dri corremos todos os dias, mas é preciso calibrar outras coisas, você tem de saber equilibrar força, jeito de bater, velocidade”, contou o pai de Vittorio (5), que engrossou, apesar da pouca idade, a torcida no dia. “Fiz questão de levar o Vittorio, queria que ele visse todo o ambiente. Ele é um menino que já faz aula uma vez por semana, é um esporte que agora tem a ver com o desenvolvimento e a personalidade dele, daqui a pouco ele pode crescer e não querer mais, não tem problema. Mas acho que é um esporte que, se desde pequeno você aprende a jogar, passa a fazer parte da sua vida inteira. Nas quadras você vê jovens, pessoas mais velhas, todo mundo envolvido. É um esporte de alma, acho lindo”, afirmou a apresentadora, que divide com o marido o comando do programa Papo de Cozinha com Dri e Alê, no canal pago Discovery Home&Health.

Incentivar a prática do esporte nos mais jovens também é a ideia defendida por Martina, dona de 59 títulos de Grand Slam. “Esta é também uma boa oportunidade de falar sobre tênis com os mais jovens, se divertir com o esporte e se manter ativo com ele; se um dia o jovem se transformar em profissional, ótimo. O tênis é um esporte que é bom também para a cabeça”, disse ela ao estar com os brasileiros.

Palco de grandes encontros entre celebridades internacionais — a plateia deste ano teve ícones do cinema como o casal Michael Douglas (70) e Catherine Zeta-Jones (45), Sean Connery (85), Robert Redford (79), Hilary Swank (41), Hugh Jackman (46) e a mulher, Deborra-Lee Furness (59), Julianna Margulies (49), além de Justin Timberlake (34), Jimmy Fallon (41) eDavid Beckham (40) —, o US Open encantou também o ator Murilo Rosa, que retomou uma de suas grandes paixões, o tênis, para entrar em quadra para o torneio, e foi ao US Open sem suaFernanda Tavares (34), que não pode comparecer por conta de trabalhos durante a semana de moda novaiorquina. “Para mim, mais do que competitivo, foi divertido. Me vi de forma privilegiada ao estar ali com tantas estrelas do esporte”, comentou o global, que está no ar em Malhação – Seu Lugar no Mundo.

A presença brasileira é motivo de boas memórias para Pat Cash, que já foi campeão em Wimbledon. Ele já foi casado com uma brasileira e se lembra com carinho das paisagens e da gastronomia verde-amarela. “Já provei e adorei vários pratos, mas a feijoada e a moqueca me fascinaram desde a primeira vez que experimentei”, contou ele sobre o País. “Nós não estamos aqui para competir, mas sim para nos divertir. E, sempre, os brasileiros nos trazem muita alegria”, completou, apoiado por Henri Leconte, com quem formou dupla em vitorioso jogo.