Pedro Neschling comemora o 1º ano da filha, Carolina

Ator escreve declaração de amor para a filha ao mostrar foto da festa de aniversário em família

sexta 18 maio, 2018
Pedro Neschling, Vitória Frate e Carolina
Pedro Neschling, Vitória Frate e Carolina Reprodução / Instagram

O ator Pedro Neschling e sua mulher, a artista plástica Vitória Frate, estão em festa nesta sexta-feira, 18, por causa do aniversário de 1 ano da filha, Carolina. Nas redes sociais, o papai coruja relembrou como foi viver estes últimos meses com a herdeira, falou do parto e declarou todo o seu amor pela menina.

Em seu texto, o artista relatou que o momento do nascimento não foi fácil para a família. “Parto normal induzido. Foi tão lindo quanto violento. Não sei até agora como ela aguentou. E quando aquela bichinha saiu com a cabeça toda amassada berrando roxa pelo meio de suas pernas, rolou um negócio que nunca tinha sentido antes. Não era o tal ‘amor que não existe igual’ que muita gente fala. [...] Fiquei com medo de me aproximar”.

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Além disso, ele relembrou como foram os primeiros dias com um recém-nascido em casa. “Carolina chorou sem parar. E por ‘sem parar’ eu quero dizer sem parar mesmo. Vitória teve baixa produção de leite e era dia e noite com aquele pacotinho no colo, dançando e ninando. [...] Eu me perguntava o que tinha arrumado pra minha vida. [...] Começou então a batalha da translactação. De novo, não sei como a Vitória aguentou. [...] A exaustão era profunda. Impossível trabalhar, fazer qualquer outra coisa. A gente vivia para cuidar da nossa bebê e descansar nas brechas que fossem possíveis”.

E, como tudo na vida, a pior fase passou e a família começou a encontrar o seu eixo. “Um dia, de repente, veio a primeira gargalhada. As primeiras reações às nossas brincadeiras. O prazer de descobrir novos gostos. O engatinhas desengonçado. Os primeiros passos inesperados com apenas nove meses. [...] E, sem que me desse conta, o tal ‘amor maior que você nunca sentiu igual’ me arrebatou”, disse ele.

Então, Pedro fez sua declaração de amor para a herdeira. “Hoje faz um ano que ela nasceu. Hoje faz um ano que minha vida ganhou um novo sentido. Obrigado, Carolina, por me reinventar.  Serei pra sempre grato pela pessoa que você me tornou ao simplesmente existir. Te prometo que vou estar aqui para te ajudar a sempre encarar o mundo com esse olhar amoroso que você me dá quando te busco no berço todas as manhãs ou enquanto espalha macarrão na sua cabeça durante o jantar. Eu nunca vi nada tão bonito. Parabéns, minha filha”.

 

Um ano atrás. Parto normal induzido. Foi tão lindo quanto violento. Tivemos o privilégio de contar com uma equipe médica da maior competência do mundo liderada pelo Doutor Mario de Barros que garantiu que a Vitória tivesse a experiência que sonhava. Não sei até agora como ela aguentou. E quando aquela bichinha saiu com a cabeça toda amassada berrando roxa pelo meio de suas pernas, rolou um negócio que nunca tinha sentido antes. Não era o tal “amor que não existe igual” que muita gente fala. Nada disso. Foi um lance mais esquisito mesmo. Parecia que tava tudo rodando, piscando em câmera lenta. Fiquei com medo de me aproximar. Sem perceber direito o que estava fazendo, cortei o cordão umbilical tremendo e quando me entregaram a Carolina no colo eu só rezava para não deixar ela cair e pensava que precisava dar meu jeito de mantê-la viva. Durante os primeiros quinze dias, Carolina chorou sem parar. E por “sem parar” eu quero dizer s e m p a r a r mesmo. Vitória teve baixa produção de leite e era dia e noite com aquele pacotinho no colo, dançando e ninando, tentando fazer alguma mágica que deixasse ela calma, quem sabe dormisse um pouco. Eu me perguntava o que tinha arrumado pra minha vida. Pensava que estava tudo tranquilo antes, por que cargas d’água a gente foi inventar de ter neném. Sonhava com um dia em que ia conseguir me sentar com ela no colo e ficar parado por trinta segundos, quinze que fossem, sem ela voltar a chorar. Começou então a batalha da translactação. De novo, não sei como a Vitória aguentou. Era o dia inteiro com um saco de sondas pra cima e pra baixo, esquentando e esfriando fórmula, tentando deixar na temperatura correta. Claro que não precisa ser tão complicado, mas em nossa inexperiência dificultamos muito e um pouquinho mais. A exaustão era profunda. Impossível trabalhar, fazer qualquer outra coisa. A gente vivia para cuidar da nossa bebê e descansar nas brechas que fossem possíveis. Eu podia ficar aqui por longos parágrafos contando as aventuras que se sucederam. A descoberta da APLV justamente aos três meses quando todo mundo te diz que “você vai ver como fica mais tranquilo”, a primeira febre que me fez chorar... (+ nos comentários)

Uma publicação compartilhada por Pedro Henrique Neschling (@pedroneschling) em

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por CARAS Digital
Atualizado sexta 18 maio, 2018 (301892) | 16/10/2018 23:02:45

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