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Bebê / Anuário

Luciele Di Camargo e Denílson: à espera do herdeiro, Davi

Clima natalino alegra expectativa de vinda do novo herdeiro

CARAS Digital Publicado em 24/12/2014, às 10h29 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Luciele e Denilson - Laílson Santos
Luciele e Denilson - Laílson Santos

Depois que pendurou as chuteiras, o comentarista esportivo e pentacampeão Denílson de Oliveira Araújo (37) arranjou uma missão bem mais importante ao lado de Luciele Di Camargo (37), irmã da dupla Zezé Di Camargo (52) e Luciano (41): ser pai. Maria Eduarda (4) já é o centro das atenções do casal, que agora espera a chegada do segundo filho, Davi, com nascimento previsto para março. “Luciele acha que ele vem antes, em fevereiro”, diz o ex-jogador de futebol, que está estranhando bastante a segunda gravidez da mulher. “Está tudo diferente da primeira. Ela está com paciência zero. O humor muda muito. Eu saio para trabalhar e a deixo em casa de um jeito, volto e a encontro de outro. Uma hora está tranquila, em outra, estressadíssima. Na gravidez da Maria Eduarda estávamos no processo de casar, de mudar de casa, eu estava decidindo se parava de jogar ou não... A gente pensou pouco na gestação. Dessa vez, estamos com a vida resolvida e totalmente voltados para a gravidez”, comenta ele. “Agora já sou mãe, tenho experiência e a Maria Eduarda para cuidar. Acho que uma gravidez nunca é igual à outra. Na primeira, eu ria se caía uma agulha no chão. Nessa, saio aos berros se cai uma folha. Me sinto mais emocionada, uma ‘manteiga derretida’. Estou comendo mais, engordando mais. O paladar é diferente: na gravidez dela preferia salgado. Agora, prefiro doce”, relata.

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A família recebeu CARAS em sua casa em Alphaville, Grande São Paulo, toda decorada por Luciele, que garimpa peças até na 25 de Março, rua de comércio popular mais famosa do País. A casa já está no clima de Natal, apesar de passarem a data em Goiânia com a família Camargo. “Meus pais são meus vizinhos, estou o ano todo com eles. Então, no Natal é a vez da Luciele rever seus parentes”, explica Denílson, que dá um sentido especial à data. Evangélico, como a mulher e como a família de ambos, ele sempre separa um tempo para ficar sozinho no dia 25 de dezembro. “Durante uns 40 minutos, faço uma reflexão. Penso no ano que termina e faço uma avaliação: onde errei, onde acertei, onde posso melhorar, como foi meu comportamento com a Luciele, com os meus pais, o que tenho de corrigir no ano seguinte. Peço algumas coisas, mas tenho mais a agradecer nas minhas orações”, conta. “Natal é união. É estar junto de quem a gente ama e, acima de tudo, da família. A minha é grande, somos oito irmãos, já fomos dez. A gente briga, chora, faz as pazes. Há pessoas que só encontro no Natal. É quando a gente faz um balanço, fortalece os laços e relembra os ensinamentos de Deus”, avalia Luciele. Maria Eduarda já fez seu pedido ao Papai Noel: quer ganhar uma bola. Apesar disso, não sonha ser jogadora como o pai. Quer ser cantora e parece ter herdado o gosto da família da mãe. Luciele deixou a carreira de atriz para se dedicar ao clã em tempo integral.

Ciumento, Denílson afirma que não aguentaria ver a mulher nos braços de outro na TV. O ex-jogador, por sua vez, além de comentarista do Jogo Aberto, da Band, tornou-se palestrante. Conta sua vida, sua história de superação desde que era um garoto da periferia paulistana e chegou a ser o jogador mais caro do mundo. Profissionalizou-se aos 16 anos, jogou no São Paulo, no Palmeiras, na Seleção Brasileira. Morou em Sevilha, na Espanha, quando integrou por dez anos a equipe do Real Betis Balompié. Entre tantas dificuldades que venceu,  existe uma que pouca gente sabe: Denílson era gago. Hoje, fala com desenvoltura exemplar, como resultado de fonoaudiologia. Parou de jogar aos 30 anos por causa de uma lesão no joelho e deu mais uma volta por cima. Está feliz com sua vida profissional atual. Só falta perder os 12 quilos que ganhou quando parou de treinar; cinco já foram. Casado há cinco anos, o par vive em plena sintonia. “Conheci Luciele na hora certa, quando estava parando de jogar. Quando estava no auge, peguei geral. Agora sosseguei, até porque ela é brava”, brinca ele, que se encantou justamente com a segurança dela. “Apesar de toda fama dele antes de casar, nunca me deu um motivo para desconfiar. Me sinto tranquila. Com ele eu acordo e durmo sorrindo”, conta Luciele, que ainda quer aumentar a família. “Gostaria de ter três ou quatro filhos...”, revela ela, animada.