Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

Fernanda Machado e Bob Riskin: à espera de Sophia

Na Califórnia, ela descreve emoções e mudanças com a gravidez

CARAS Digital Publicado em 13/02/2015, às 19h10 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Fernanda Machado participa do programa Encontro, na Globo - TV Globo/Reprodução
Fernanda Machado participa do programa Encontro, na Globo - TV Globo/Reprodução

Há exatamente um ano, quando se casou com o empresário americano Robert Riskin (30), Fernanda Machado (34) já tinha tudo planejado para a vinda do primeiro filho. E isso não mudou nem mesmo com a cirurgia de endometriose, doença que provoca dor, sangramento irregular e possível infertilidade nas mulheres. Apesar de dar continuidade ao tratamento colocando um implante, retirado em agosto, para “jogar” progesterona no organismo, o desejo de engravidar no fim de 2014 virou realidade e Sophia está a caminho. Extremamente feliz, Fernanda não para de afagar sua barriguinha de cinco meses e de receber toda a atenção do marido. “Estou louca, apaixonada pelo bebê. A gente sai do ultrassom e fica olhando as fotos, os vídeos. Mas no começo é difícil, chorava por qualquer coisa”, disse a estrela, que recebeu CARAS em Santa Bárbara, EUA, onde o casal mora. Segundo ela, o início de gravidez foi tenso, com um sangramento que a fez parar tudo e ficar um mês com os pés para cima. Mas assim que pôde, veio ao Brasil rever a família e atuar no longa Menina Índigo, com estreia prevista para 2016. Durante as filmagens, Fernanda teve de usar uma cinta para esconder a gravidez. “A historia é de uma menina especial que se chama Sophia. Eu serei sua mãe na produção. Sempre quis ter uma filha com esse nome. Li o roteiro e achei que era um sinal. Devo ter engravidado no dia seguinte”, contou Fernanda, rindo.

– Você engravidou bem rápido. Tudo saiu como pensaram?
– Sim. Planejávamos este filho desde 2013, quando fiz a cirurgia de endometriose no meio da novela Amor à Vida, porque já estava preocupada por não conseguir ou ter dificuldade para engravidar.  Mas, às vezes, a gente planeja tudo direito e a vida nos surpreende. Fomos muito abençoados. Sophia veio após um mês de tentativa. Acho que o meu corpo estava desesperado para gerar uma criança.

– E as mudanças no corpo?
– No começo, não sentia absolutamente nada. Estava ativa, fazendo yoga, pilates... Praticava três horas de exercícios diariamente. De repente, me senti muito cansada. Esse foi o único sinal. Demorei um pouquinho para descobrir. A menstruação tinha atrasado um mês, mas, para mim, era normal, por causa da endometriose, do ovário policístico. Foi Bob quem comprou o teste de gravidez.

– Por que demorou a contar?
– É um período supertenso. Dá medo de contar. Do segundo para o terceiro mês tive de fazer repouso por causa do sangramento. E enjoei bastante, minha mãe veio para os Estados Unidos para ficar comigo. Ela não me deixava fazer nada. 

–  E os desejos?

– Só depois que o enjoo passou, tive desejo de comida do Brasil, coxinha de frango, uma feijoada...  Outra coisa louca, mudei o paladar. Era uma formiga, gostava de doce, agora não posso ver açúcar.Só quero saber de salgado. Outro dia, quis picanha na chapa...

– Engordou muito?
– Até o quarto mês, 3,5kg. Antes, eu pesava 58kg em 1,68m. 

– Sente-se mais bonita?
– É a primeira vez que me vejo tão cheinha. Não sei se é a ditadura da magreza ou porque a gente trabalha com imagem, mas estou me estranhando. Nunca tive uma barriga deste tamanho, é lindo! Na verdade, é um misto de sensações. É incrível ter um bebê aqui dentro, saber que não estou sozinha.

– Sophia nascerá nos EUA?
– Bob precisa permanecer aqui e, já que estou parada, ficarei com ele. Vamos esperá-la fazer quatro, cinco, seis meses para viajar ao Brasil. Aí, Bob deve ficar indo e voltando, teremos duas casas mesmo, não vai ter jeito. A viagem é superlonga, cansa à beça, mas o que fazer? Tenho meu trabalho.

– Então, Sophia terá um quarto americano e outro brasileiro?
– Sim, terei de treiná-la no avião. Minha filha vai morar entre os dois países, aprender o português, que vai ser sua primeira língua, sem sombra de dúvidas, e o inglês. Mas será muito bom para ela. Seu quartinho no Brasil já até está meio pronto. Nos EUA, ainda não, tínhamos deixado uma área aberta para fechar a parede. Vou fazer tudo com calma.

– Vão querer mais filhos?
– Sim, mas vamos ver antes como tudo será com Sophia.