Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS
Atualidades / EMPREENDEDORAS!

Projeto brasileiro organizado apenas por mulheres democratiza NFTs e blockchain

O 'Project EVE' é organizado por nove mulheres e tem o objetivo de democratizar o mercado de NFTs e blockchain

CARAS Digital Publicado em 23/05/2022, às 16h10

O "Project Eve" é organizado por nove mulheres empreendedoras - Fotos: Divulgação
O "Project Eve" é organizado por nove mulheres empreendedoras - Fotos: Divulgação

Uma ideia totalmente brasileira, o Project Eve é uma Organização Autônoma Descentralizada (DAO, do inglês) que visa democratizar e ampliar a participação de mulheres no campo das blockchain e NFTs.

O projeto é composto apenas por mulheres e conta com a organização de nove empreendedoras de diversos mercados de trabalho. O grupo de mulheres não só abrange o ramo do empreendedorismo e dos negócios, mas também conta com especialistas em cultura e arte.

A organização visa empoderar as mulheres brasileiras principalmente no quesito financeiro, através da criação, compra e venda das artes digitais NFT. “Falar de empreendedorismo feminino precisa passar, obrigatoriamente, pelas questões relativas à independência financeira das mulheres”, afirma a empreendedora de longa data Roberta Antunes.

Para a CEO do Movimento Black Money e a eleita Mulher Mais Disruptiva do Mundo pela Global Women in Tech Awards em 2021, Nina Silva, o Project Eve é importante para inserir as mulheres em um mercado tecnológico dominado por homens: “A tecnologia deve ser feita por todas e para todas as pessoas, caso contrário, não é funcional e muito menos inovadora”.

Fundada pela empreendedora Cintia Ferreira, a Organização ainda conta com a norte-americana Kim Farrell, a especialista em E-commerceNúbia Mota, a CEO Simone Sancho, a designer Samara Costa , a musicista Lívia Elektra  e a cantora e atriz Paula Lima.

A especialista em investimentos e criadora de ONG, Ana Laura Magalhães, ainda ressalta a responsabilidade da EVE em ações filantrópicas em defesa de mulheres em situações de vulnerabilidade: “A melhor forma de modificar algo é participando da sua transformação. Reclamar de um problema sem fazer nada a respeito não contribui para a mudança”.