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Atualidades / Desabafo

Daniela Albuquerque relembra passado como camelô: "Vendia muamba"

A apresentadora Daniela Albuquerque refletiu sobre sua carreira e vida pessoal e relembrou sobre o período em que ganhava dinheiro como camelô

A apresentadora Daniela Albuquerque - Foto: Reprodução/Instagram
A apresentadora Daniela Albuquerque - Foto: Reprodução/Instagram

A apresentadora Daniela Albuquerque refletiu sobre sua carreira e vida pessoal. Ela, que começou a trabalhar em sua terra natal, o Mato Grosso do Sul, como “muambeira”, relembrou em entrevista ao site Heloísa Tolipan sobre o período em que ganhava dinheiro como camelô.

Tínhamos uma banquinha que vendia coisas do Paraguai na época em que morávamos em Nova Andradina (MS). Aos 14 anos, eu já vendia muamba. Inicialmente, minha irmã era quem fazia as compras, mas eu queria ir ao Paraguai para fazer a minha primeira viagem internacional".

Em seguida, continuou: "Num primeiro momento, a gente comprava coisas triviais como fraldas, cigarros, uísque, assim como outras coisas mais sofisticadas para a época, como agenda eletrônica e Tamagotchi (um brinquedo famoso nos anos 1990), que vendiam muito. Ali viram que eu tinha tino para comerciante”, contou.

Carreira como apresentadora

Há quase 10 anos, ela está à frente do Sensacional, programa de entrevistas na Rede TV!, mas era conhecida como esposa do empresário Amilcare Dallevo. Sobre isso, ela desabafou:  “Muita gente desfazia de mim, não sabiam de minha origem, e também por eu ser mulher do Amílcare [Dallevo]. Mas me agarrei e me dediquei a melhorar como profissional. Isso não é todo mundo que faz. Ninguém começa no auge, todo começo é difícil, ninguém está 100% pronto no começo".

E completou: "Eu fui me aperfeiçoando como apresentadora, eu não tive pressa para que entendessem e nem para amadurecer profissionalmente. Entendo que, por estar entrando na casa das pessoas, eu não podia chegar querendo que elas me amassem ou me achassem o máximo só por estar na TV. Via o que precisava melhorar e a me concentrar nas coisas. Às vezes as críticas vão mais para o lado pessoal que para o profissional, ou são para machucar e ferir, justamente diante do incômodo de me verem à frente de um programa”.