Revista CARAS
Facebook Revista CARASTwitter Revista CARASInstagram Revista CARASYoutube Revista CARASTiktok Revista CARASSpotify Revista CARAS

Tapete vermelho do Festival do Rio recebe artistas do filme 'A Novela das Oito'

Vanessa Giácomo, Mateus Solano, Claudia Ohana e outros famosos prestigiam a exibição de filme no Festival do Rio

Redação Publicado em 11/10/2011, às 00h58 - Atualizado em 08/08/2019, às 15h43

Festival do Rio - Foto Rio News
Festival do Rio - Foto Rio News

Mais uma noite do Festival do Rio nesta segunda-feira, 10, e vários famosos compareceram ao evento. Vanessa Giácomo (28), Mateus Solano (30), Claudia Ohana (48), Alexandre Nero (41), André Ramiro e Guilherme Duarte cruzaram o tapete vermelho para divulgar o filme A Novela das Oito, de Odilon Rocha (42).

O diretor se pronunciou antes de a sessão começar: “Eu comecei minha aventura na carreira dentro desse festival e muitos parceiros aqui contribuiram para o que hoje está nesta tela. É um prazer imenso trabalhar neste filme. Até me sentia culpado de ficar tão feliz em ir trabalhar, foi um prazer trabalhar com meus produtores e só tenho a agradecer a esse elenco maravilhoso. Queria dedicar essa sessão ao meu parceiro de vida e de crime, Stephan Duchrne, discursou referindo-se ao namorado.

Feliz em estar no evento, Vanessa é só elogios: “É uma honra, adoro estar aqui, é uma noite de gala. Um festival tão importante e com uma proporção muito grandiosa”, afirmou ela. Sobre sua personagem Amanda, ela conta: “É uma mulher apaixonada por novela no auge da ditadura militar, uma mulher completamente alienada e que gostaria que a vida dela fosse uma novela”, afirmou. Sobre a composição da personagem, a atriz diz que não buscou muitas inspirações fora do roteiro: “Não tive inspirações em outras pessoas, só tive muitas conversas com o Odilon [diretor]. A personagem é muito diferente de mim. Me preparei muito para chegar onde cheguei e foi uma surpresa para mim”, disse.

O marido Daniel de Oliveira contou que costuma trocar textos com Vanessa e ressalta que "é importante ter essa cumplicidade no trabalho, torço para que tudo dê certo". Ele estará no filme A Montanha, de Vicente Ferraz, que deve ser lançado ainda este ano e fala sobre seu personagem: "Faço um cara que desativa bombas, para compor o personagem tive que fazer um cursinho em Pindamonhangaba". Você também poderá conferir o trabalho do ator em Boca de Lixo, filme que foi lançado no festival ano passado e agora será lançado comercialmente.

Claudia Ohana, em férias depois do sucesso da novela Cordel Encantado, também falou sobre o filme A Novela das Oito: “Fazemos quase uma ode às novelas, a Dancing Days, quando comecei a trabalhar como atriz, praticamente, foi muito emocionante rever e voltar a essa época". A atriz comentou ainda sobre as influências da televisão: “Hoje e sempre a TV influencia muito a vida das pessoas e várias novelas que fizeram moda. É, sem dúvida, o caso de Dancing Days que foi uma novela muito marcante”. A personagem vivida por Claudia será "uma presa política que foi torturada, era escritora, jornalista, se esconde e é exilada em São Paulo com outro nome, outra identidade. Ela deixou um filho e um amor para trás e volta para o Rio de Janeiro para resolver essas questões".

O personagem de Mateus Solano é o João Paulo e o ator assim o define: "Como todos os outros personagens do filme, há uma mudança - ele começa de um jeito e termina de outro. O filme fala de liberdade, cada personagem conta a sua libertação e com o meu personagem não é diferente. Ele é um diplomata que volta para o Brasil para enterrar o pai e acaba enterrando junto com o pai uma série de outras questões e coisas enrustidas em sua personalidade”. Mateus também encena um beijo gay e contou à CARAS Online sobre a experiência: "É uma cena como qualquer outra, não foi difícil de fazer. Eu sou ator. Quanto mais coisas me derem que eu não faço no meu dia a dia, melhor".

Alexandre Nero vive na trama um policial federal que trabalha a favor da ditadura: "Para as pessoas de hoje, ele é um homem mau, mas, na época, a maioria das pessoas era a favor da ditadura e ele era um herói". André Ramiro aponta que este “foi um dos trabalhos mais divertidos que já fiz e o Festival do Rio é sempre muito importante, uma referência na nossa carreira“.