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Um novo tempo para Carla Marins

A alegria de ser mãe aos 40 e o desafio de estrelar novela no SBT

Redação Publicado em 10/12/2009, às 20h06

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Na piscina do Meliá Angra Marina & Resort, a atriz, que vai protagonizar Uma Rosa com Amor, ganha um abraço do marido, Hugo. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.; BELEZA: DUH
Na piscina do Meliá Angra Marina & Resort, a atriz, que vai protagonizar Uma Rosa com Amor, ganha um abraço do marido, Hugo. - RENATO VELASCO/RENATO M. VELASCO COM E FOTOG.; BELEZA: DUH
A atriz Carla Marins (41) conta com orgulho que de um ano para cá vem se sentindo bem mais poderosa. "Aconteceu depois que virei mãe. É o poder de saber que sou capaz de cuidar de outro ser", explica ela, cercada pelo filho, Leon (1), e o marido, o personal trainer e empresário Hugo Baltazar (30), no Meliá Angra Marina & Convention Resort, no litoral fluminense. Escolhida para protagonizar Uma Rosa com Amor, próxima novela do SBT, Carla quis aproveitar a última semana de folga em família. Neste mês, ela se muda com o herdeiro para São Paulo, onde será gravada a releitura da trama, de 1972, com assinatura de Tiago Santiago (46) e direção de Del Rangel (54). "Precisávamos de uma viagem para nos conectar. A ideia era descansar, curtirmos um ao outro e trabalhar um pouco. Trouxe até textos para estudar", disse ela, animada com seu primeiro trabalho fora da Globo. - O que mudou em sua vida com o nascimento do Leon? - Acho realmente um poder ter a capacidade de me subdividir tanto. Ser mãe, mulher, gerenciar o lar, a vida pessoal e profissional e transitar por esses personagens me deixaram muito forte. - Por que demorou a engravidar, já quase com 40 anos? - A primeira vez que senti vontade de ser mãe foi aos 27 anos. Mas queria formar uma família estável, por isso o sonho foi sendo adiado. Aos 37, estava solteira e imaginei que a maternidade talvez não fosse acontecer, mas fiquei bem. Teria um filho por outros motivos, mas jamais para resolver uma carência. E pensei, se for uma necessidade absurda, adoto. Um ano depois conheci Hugo. Dei sorte, foi em uma hora decisiva. Quando encontrei o meu amor, soube que ele seria o pai do meu filho. - Como administra a vida de casada após a chegada de Leon?Carla - Nos primeiros meses, ficamos em êxtase. Isso nos uniu. Convidamos nossas mães para viver com a gente por um mês e deu tudo certo. Numa segunda etapa, comecei a recuperar minha antiga forma. É importante para a autoestima e a libido do casal. Confesso que, às vezes, perco um pouco o foco com Leon. Vou fazer uma coisa, o vejo no meio do corredor, termino parando para ficar com ele. Hugo chama minha atenção. Não era assim, fiquei por causa dele. Toda mãe quer curtir o filho. Hugo - Carla ficou mais desorganizada. Sou mais prático. Ela se perde fácil. Isso faz com que as coisas acumulem e você fica apagando incêndios. É lógico que a chegada de um bebê rouba um tempo do casal. Mas se você não fechar os olhos para o relacionamento, dá para conciliar, fica tudo bem. - Vocês pensam em oficializar o relacionamento?Carla - Confesso que nunca tive essa vontade de casar na igreja. O Leon já é o resultado do nosso amor, mas no futuro faremos uma festa. Hugo tem um diferencial, é um cara novo que curte família. - Como recuperou a forma? - Eu tinha um projeto. Queria emagrecer para a festinha de um ano do Leon. Fiquei preguiçosa nos três primeiros meses. Depois, com ajuda do Hugo, meu personal trainer, comecei a perder peso. Agora estou com 51 quilos. Meço 1m60, só falta perder mais um. Hugo - Pela falta de tempo dela, focamos em exercícios três vezes por semana. Quando Leon dormia, Carla ia à academia. Ela também toma produtos que promovem a desintoxicação e ajudam a perder peso. Aos 41, ela não tem a cara nem o corpo da idade. É um cyborg! Tem espírito e pele jovem. - Pensam em ter mais filhos?Carla - Não descarto a possibilidade, mas por enquanto, não. - Por que resolveu Trocar de emissora? - É óbvio que a oferta foi bacana, mas o que me motivou a sair da bolha da maternidade foi o fato de ser uma oportunidade artística imperdível. Financeiramente, confesso que não preciso voltar a trabalhar. Tive cabeça e tenho um patrimônio. Mas não resisti ao desafio profissional. - Como será para vocês morar em cidades diferentes?Carla - Ficaremos na ponte aérea. Mas não vejo problema para a relação. E Leon ainda não está na escolinha. Enquanto tiver a babá, a minha mãe e a empregada, não precisa nem de creche. Hugo - Faremos um revezamento. Quando puder, vou a São Paulo ou a Carla virá para o Rio.