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Tragédia na Noruega

A solidariedade do clã Real

Redação Publicado em 26/07/2011, às 17h16 - Atualizado em 08/08/2019, às 15h43

Os pequenos príncipes Sverre e Ingrid prestam homenagem às vítimas. - Reuters
Os pequenos príncipes Sverre e Ingrid prestam homenagem às vítimas. - Reuters

Nem mesmo a pouca idade poupou os irmãos, os príncipes Sverre Magnus (5) e Ingrid Alexandra (7), da Noruega, de entender a tragédia que chocou seu País, na sexta-feira, dia 22 de julho. De mãos dadas, os herdeiros do príncipe Haakon (38) e Mette-Marit (37), se uniram a centenas de pessoas para prestar homenagem em frente à catedral de Oslo, um dia após o massacre comandado pelo norueguês Anders Behring Breivik (32).

No início da tarde da sexta, Oslo, capital da Noruega, foi surpreendida com a explosão de um carro-bomba próximo à sede do governo, matando sete pessoas. Horas depois, vestido de policial, Anders chegou à ilha de Utoeya — a 40km do primeiro ataque —, onde disparou tiros contra os cerca de 600 jovens que participavam de acampamento de verão do Partido Trabalhista, atualmente no poder. O assassino agiu livremente por 90 minutos, fazendo 85 vítimas, até ser detido e se entregar às autoridades.

Horas antes de dar início ao que seria a maior tragédia do país desde a Segunda Guerra, Anders publicou manifesto com 1500 páginas, no qual deixa claros seus desejos de revolucionar a política do país, além de contar em detalhes os ataques que planejou por quase três anos. “Meus atos foram cruéis, porém necessários”, disse o assassino, que além de confessar todos os crimes, afirmou ter agido sozinho.

Visivelmente abalada, a princesa Mette-Marit, acompanhada de toda a família real norueguesa, não conteve as lágrimas enquanto conversava com parentes das vítimas, ao final da missa celebrada na igreja Sundvollen, no centro de Oslo, dois dias depois do massacre.