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Sandy: "Nunca experimentei drogas"

Sandy, Luciano Huck e Lucas Lima se encontram em lançamento do filme 'Quebrando Tabus', em São Paulo, e comentam o tema drogas

Redação Publicado em 30/05/2011, às 23h15 - Atualizado em 31/05/2011, às 08h01

Lucas Lima e Sandy - Orlando Oliveira /AgNews
Lucas Lima e Sandy - Orlando Oliveira /AgNews
No lançamento do filme Quebrando Tabu em um cinema de São Paulo, a cantora Sandy entrou no assunto da produção, que trata do tráfico de drogas, e comentou: "Sou completamente desprovida de preconceito. Não uso e nunca experimentei drogas. Eu nem fico bêbada porque não gosto de sair do meu controle. Eu preciso de controle para conseguir levar meu trabalho que é de muita responsabilidade", afirmou ela. Sandy foi ao lançamento para prestigiar o trabalho de seu marido, o músico Lucas Lima, que foi o responsável pela trilha sonora e ficou cerca de 1 ano e meio cuidando deste projeto. "Tudo o que ele faz, eu procuro prestigiar. Ele é muito competente no trabalho", contou. Outro famoso que estava no local é o apresentador Luciano Huck, que foi conferir o trabalho do irmão, o diretor Fernando Grostein Andrade. "É um bom documentário, traz boa discussão para a sociedade. Não tenho nenhuma opinião sobre o assunto. Não sou a favor nem contra, o filme ajudou a ter certeza que tudo o que foi feito até hoje não funcionou. O consumo e a demanda não diminuíram, virou violência na periferia das cidades e tudo o que foi implantado de combate às drogas no mundo inteiro não foi suficiente. O propósito do documentário não é se você fumou ou não fumou, a questão é de política pública, é pensar um todo", afirmou. Luciano ainda foi muito elogiado pelo irmão, Fernando. "Ele é muito mais que um irmão. É um grande amigo, muito generoso, que me ajudou muito na vida e é um exemplo de bom caráter. Luciano é uma luz". Sobre o filme, o diretor ainda acrescentou. "Um momento inesquecível foi quando o Luciano gravou uma matéria na Rocinha e ele me levou junto. Foi uma experiência legal, pude ver uma realidade diferente. Eu quis fazer o documentário um pouco por isso. Gravei desde o congresso americano até as presidiárias do Carandiru", contou.