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Ruy Carlos Ostermann comanda bate-papo

A irreverência dos gaúchos da banda Graforréia Xilarmônica encerra temporada do ‘Encontros com o Professor’, em Porto Alegre, em conversa com Ruy Castro Osterman

Redação Publicado em 26/11/2009, às 13h37 - Atualizado em 28/11/2009, às 09h25

Grupo gaúcho Graforréia Xilarmônica e Ruy Carlos Ostermann - Luis Ventura
Grupo gaúcho Graforréia Xilarmônica e Ruy Carlos Ostermann - Luis Ventura
A noite de encerramento da série de eventos Encontros com o Professor realizadas no ano de 2009 foi marcada por um clima festivo e alegre. Ruy Carlos Ostermann conversou com o irreverente trio que compõe a banda Graforréia Xilarmônica: Frank Jorge, Carlo Pianta e Alexandre Birck. Entre uma história e outra, Frank decidiu contar a origem do nome do primeiro disco da banda, Coisa de Louco II. "Nossas raízes de Uruguaiana e Livramento influenciaram nesse processo de escolha. Lá se fala muito essa expressão 'coisa de louco'. Aí pensamos que cada pessoa pode escolher o que é a sua 'coisa de louco' número um, mas a 'coisa de louco II' não, porque é o nosso disco", afirmou levando o público às gargalhadas. Em seguida, falou-se sobre a dificuldade que os músicos brasileiros, em geral, têm para trabalhar apenas com performance. "Não posso me dar ao luxo de trabalhar só com a banda. Preciso estar envolvido em outros projetos para poder me sustentar", declarou Birck. Depois da conversa cheia de relatos engraçados sobre a formação da banda, os guris da Graforréia mostraram o humor das suas músicas. Com Frank Jorge no baixo, Carlo Pianta na guitarra e Alexandre Birck na bateria, o rock despreocupado com alguns toques de música nativista inundou o ambiente, com altos acordes. O trio tocou sucessos como Benga Velha Companheira, Nunca Diga, Eu digo Sete e Amigo Punk, fazendo o público cantar junto.