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Reynaldo Gianecchini revela: ‘Antes da doença, já lidava com a morte’

Reynaldo Gianecchini falou que a doença grave de seu pai o ajudou a lidar melhor com a morte quando descobriu estar com câncer

Redação Publicado em 17/12/2012, às 12h21 - Atualizado em 10/05/2019, às 11h20

Reynaldo Gianecchini - Raphael Mesquita/ Foto Rio News
Reynaldo Gianecchini - Raphael Mesquita/ Foto Rio News

Reynaldo Gianecchini (40) esteve no Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira, 17, e falou sobre sua biografia, escrita pelo jornalista e escritor Guilherme Fiuza (47).

Ao comentar sobre sua doença e a maneira como a enfrentou, o ator acabou falando sobre seu pai, Reynaldo Cisoto Gianecchini, que morreu de câncer quando Reynaldo estava em pleno tratamento. “Quando eu soube da doença, já estava lidando com a morte, a doença do meu pai era grave. A morte do meu pai me mostrou que isso é uma passagem necessária. E foi um momento bonito, meu pai morreu nos meus braços. A gente tem que aceitar essa passagem”, disse o ator, acrescentando que restaurou sua relação com o pai quando ele estava prestes a morrer, pois nunca foi muito próximo dele.

Com relação à sua mãe, D. Heloísa Helena (70), Giane disse que a doença os deixou ainda mais próximos. “Minha mãe sempre foi grande parceira. A doença nos aproximou fisicamente, porque já éramos muito próximos, mas morávamos longe um do outro”, explicou.

Sobre a volta ao trabalho, ele se emocionou ao rever o discurso que deu em seu retorno aos palcos, na peça Cruel. “Voltar ao trabalho foi muito emocionante, a equipe de médicos e enfermeiros que cuidaram de mim estavam na plateia.”

Ele revelou ainda que adorou o novo look: os cabelos cacheados que cresceram após ele ter ficado careca em razão das sessões de quimioterapia. “Eu gosto muito dos meus cachos e caiu muito bem com o meu personagem”, disse, referindo-se ao atrapalhado motorista Nando, de Guerra dos Sexos.

Para finalizar, Fátima Bernardes (50) o questionou sobre a dificuldade que ele para dizer 'não', algo que ele admitiu na biografia. “Estou aprendendo. O grande lance é deixar de ser fofo. A gente tem que ser quem a gente é, ter educação e saber dizer não. Se você souber se posicionar, nunca ninguém vai ficar ofendido.”