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‘Não julgo quem faz plástica, mas há limite’, diz Danielle Winits

Danielle Winits fala sobre sua personagem em 'Até Que a Sorte Nos Separe', uma perua que adora botox e é viciada em compras

Redação Publicado em 24/09/2012, às 19h19 - Atualizado às 20h17

Danielle Winits - Divulgação / TV Globo
Danielle Winits - Divulgação / TV Globo

Danielle Winits (38) vive uma típica perua viciada em compras e fã de cirurgia plástica no filme Até Que a Sorte Nos Separe, que teve coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 24, em São Paulo. A atriz, que já colocou silicone, afirmou que não recrimina quem recorre à faca para se sentir mais bonita.

“Eu não julgo quem faz plástica, quem quer ficar mais bonita. Quando eu estava fazendo muita academia, eu fiquei um pouco masculinizada e quis botar peito. Mas para tudo tem um limite e muitas pessoas passam desse limite para compensar o lado vazio, não deixa de ser uma válvula de escape”, declarou Danielle. “Acho que existe uma linha tênue nessa busca compulsiva pela beleza. A pessoa tem que ter noção do que pode beneficiá-la e do que pode virar doença mesmo”, disse.

A personagem de Danielle Winits é casada com Leandro Hassum (38), que vive um ganhador da loteria disposto a gastar todo o dinheiro para esbanjar sua fortuna. “Ela é materialista, mas também tem um lado família muito forte. Durante as filmagens eu fui encontrando a medida dela”, contou.

Pós-acidente

Danielle Winits se refere ao acidente que sofreu na apresentação da peça Xanadu, quando um cabo de aço que a sustentava junto com o ator Thiago Fragoso (30) rompeu, como um trauma. O episódio aconteceu na época em que ela havia começado a filmar Até Que a Sorte Nos Separe.

“Fui muito agraciada pela produção. Eles esperaram duas semanas para eu me recuperar completamente e poder voltar a gravar. Esse apoio foi muito importante, porque fiquei com meu rosto inchado, estava com sequelas esteticamente e não dava para viver uma perua vaidosa”, disse.

A atriz afirmou que não se lembra muito do momento do acidente, mas que foi difícil superá-lo. “Quando eu voltei a filmar, meu colega de trabalho [Thiago Fragoso] ainda estava em uma situação delicada, foi muito difícil. Conseguimos concluir o filme, mas foi essencial o apoio que recebi de toda equipe”, comentou.