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Maria Esther Bueno 'respira' tênis

Lenda do esporte, ela aplaude grandes nomes das quadras

Redação Publicado em 01/06/2011, às 13h08 - Atualizado às 23h42

Ex-número 1 do mundo, Maria Esther confere torneio estrelado em SP. - CAIO GUIMARÃES
Ex-número 1 do mundo, Maria Esther confere torneio estrelado em SP. - CAIO GUIMARÃES
Tricampeã em Wimbledon e dona de quatro títulos do Aberto dos Estados Unidos, contando apenas as conquistas individuais em torneios de Grand Slam, entre as décadas de 1950 e 1960, e tida como lenda viva do tênis nacional, Maria Esther Bueno (71) há tempos se aposentou das quadras, mas não abandonou a paixão pelo esporte. "Fiz o que gostava de fazer e o tênis me deu tudo o que tenho. Procuro sempre estar presente nas competições mais importantes", conta ela, que prestigiou, em SP, o Grand Champions Brasil 2011, evento organizado pela XYZ Live e integrante do ATP Champions Tour, competição que reúne grandes nomes da modalidade que não disputam mais o circuito profissional. Torcedora vip e de olhar treinado, Maria Esther aplaudiu o desempenho do paulista Flávio Saretta Filho (30), do austríaco Thomas Muster (43), do equatoriano Andrés Gómez (51), do espanhol Carlos Moyá (34) e do sueco Thomas Enqvist (37). "Acompanho as partidas e sempre acabamos nos encontrando. Todos são simpáticos e grandes campeões", afirma a ex-jogadora. "Ficar perto de feras do tênis e reviver o clima do circuito como era antigamente é emocionante", emenda Saretta, ouro no Pan-Americano do Rio, em 2007, e terceiro colocado no evento. "Parei de jogar em 2008, por conta de lesões no joelho e cotovelo. Fazia três anos que não jogava uma partida oficial e voltar me deu uma adrenalina diferente", diz ele, casado com a atriz Suzana Alves (32). Número 1 do mundo em 1999, Moyá derrotou Enqvist por 2 sets a 0 na final e se sagrou campeão da etapa brasileira do torneio, que viaja a diversos países. "A cabeça do esportista está sempre focada na vitória, por isso, mesmo sendo uma disputa mais relaxada, meu objetivo sempre foi ganhar", vibra Moyá.