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Arquivo / Joias e Acessório

Louis Vuitton: objetos viajam com conforto

De tão clássico o modelo Speedy é reeditado a casa nova coleção da Louis Vuitton.

Redação Publicado em 17/06/2010, às 15h06 - Atualizado às 18h36

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Modelo speedy da grife Louis Vuitton - Reprodução
Modelo speedy da grife Louis Vuitton - Reprodução
Com a popularização das estradas de ferro e do trem a vapor, as viagens se tornaram mais frequentes. Surgia a necessidade de malas confiáveis e práticas. Para atender ao crescente público, Louis Vuitton lançou o seu baú em 1854. O enorme sucesso das inovadoras malas quadradas e o aumento constante da demanda fizeram com que o ateliê original, situado no centro de Paris, se expandisse até um vilarejo rural às margens do Rio Sena. Hoje em dia, o Atelier de Asnières é símbolo do savoir-faire da marca e é o local onde são feitas as malas de estrutura rígida, os pedidos especiais e as edições limitadas para os desfiles de moda. Única instalação de produção da empresa por mais de um século, de 1859 a 1977, Asnières atualmente é supervisionado por Patrick-Louis Vuitton, representante da quinta geração da família e, ele próprio, um habilidoso artesão. Uma de suas frases preferidas, e que diz muito sobre a produção da marca, era repetida por seu bisavô, Georges:"o importante é permitir que seus objetos pessoais viajem com o máximo de conforto possível". Seguindo a tradição, em 1930, a Speedy foi criada como uma bolsa de mão para viagens. Cerca de três décadas depois, ela ganhou as ruas das cidades e virou um dos best-sellers da Louis Vuitton. Por isso, a cada coleção, é lançada uma nova versão de Speedy. As mais emblemáticas são a Multicolor - criada porTakashi Murakami, quando os monogramas foram coloridos pela primeira vez na história da marca - e as grafitadas por Stephen Sprouse. Entre os diversos modelos, o 25 é o mais vendido até hoje. E foi um pedido especial da atriz Audrey Hepburn, que queria uma versão menor da bolsa original.