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Glória Maria, mãe coruja das fofas Maria e Laura

A jornalista apresenta às suas joias o ritual do matrimônio na imponente Catedral da Sé

Redação Publicado em 21/09/2010, às 10h55 - Atualizado em 26/09/2010, às 13h14

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Mamãe exemplar, Glória Maria leva Maria e Laura à boda de Mário Pedro e Patrícia, SP. - FOTOS: CAIO GUIMARÃES
Mamãe exemplar, Glória Maria leva Maria e Laura à boda de Mário Pedro e Patrícia, SP. - FOTOS: CAIO GUIMARÃES
Em seu melhor papel, o de mãe, Glória Maria levou suas herdeiras, Maria (2) e Laura (1 ano e 8 meses), para assistir à sua primeira cerimônia de casamento, protagonizada por Patrícia Birman (27), herdeira da marca Arezzo, e pelo empresário Mário Pedro Marcondes (31) na Catedral da Sé, no centro da capital paulista. "Esta é a primeira vez que minhas filhas presenciam este ritual e faço questão que elas compreendam, desde crianças, que o casamento é algo sério, não apenas uma festa", afirma a jornalista que comanda o semanal Globo Repórter, na Globo, e chegou com o amigo e também jornalista Bruno Astuto (31). Amiga dos Birman, Glória, que mora no Rio, desembarcou em São Paulo exclusivamente para a boda e elogiou a grandiosidade da catedral. "Nunca tinha vindo aqui, um lugar incrível e perfeito para sediar um casamento, sinônimo de pureza. Tenho certeza que este amor se perpetuará", afirma. Sentadas na primeira fila, mãe e filhas acompanhavam atentas à troca de alianças e, às vezes, deslumbrada com tanta novidade, Maria corria em direção ao altar. "Elas já estavam com expectativa, pois falei bastante sobre como seria a noite. Até pensei que pudessem achar cansativo, mas ficaram encantadas com a noiva e acharam que estavam em uma festa de princesas, em meio a tantos vestidos longos", diz ela, que conheceu as meninas, que são irmãs, no início de 2009, em abrigo, em Salvador, onde fazia trabalho voluntário junto a Organização de Auxílio Fraterno, OAF. Em maio, ela obteve a guarda provisória e, em novembro, a guarda definitiva da dupla. "Elas eram 'adotadas' durante o processo. Mas hoje, com tudo oficializado, elas são minhas filhas", define Glória. Em elegante míni com decote assimétrico de ombro só Marchesa e sapatos Schutz, marca de Alexandre Birman (34), irmão da noiva, a jornalista exibia na festa, na Sala São Paulo, forma física perfeita para seguir o ritmo das garotas. "Minhas filhas me dão muita alegria, não há como não se sentir bem e feliz. Vivo um momento abençoado e tudo o que faço é pensando nelas. Tenho babá, que ajuda muito, mas sou a mãe e cuido delas", avisa Glória, que, após período sabático de dois anos, desde janeiro divide o tempo entre as filhas e a TV. "Já me adaptei à rotina de mãe e jornalista. Às vezes, é difícil. Elas ainda são pequenas, mas vou ajustando os horários", conta. Solteira desde o fim do namoro com Paulo Mesquita (31), há quatro meses, Glória diz estar em momento de total devoção às filhas. "Estava namorando, mas não dá tempo de se dedicar ao amor. Meus amores agora são as meninas. Sem falsa modéstia, sempre aparecem pessoas bacanas, mas chegará o momento certo para relacionamento. Vivo uma fase de aprendizado e crescimento, de autoconhecimento, a um passo de descobrir a que Glória Maria veio ao mundo", define ela, cujo zelo com as filhas inclui doses de preocupação. Acostumada a lidar com a realidade da sociedade, Glória confessa que o fator 'desumano' é um medo que tem para o futuro das filhas. "Passo muitos valores a elas, tudo deve ser ensinado desde criança. Mas essa falta de humanidade, de respeito, me preocupa no sentido de questionarem: 'Onde estão os valores que mamãe ensinou? Por que a sociedade não os seguem?'"