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Carisma e talento do apresentador Roque Malizia

À frente do programa Caçadores de Aventuras, da RedeTV!, ele abre sua cobertura para CARAS

Redação Publicado em 21/06/2010, às 16h06 - Atualizado em 25/06/2010, às 18h51

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À frente do Caçadores de Aventura, Roque relaxa em sua casa nos intervalos entre as viagens a trabalho. - ADILSON FELIX
À frente do Caçadores de Aventura, Roque relaxa em sua casa nos intervalos entre as viagens a trabalho. - ADILSON FELIX
Simpático e eloquente, o apresentador Roque Malizia Jr. (28) se prepara para a terceira temporada do dominical Caçadores de Aventuras, na RedeTV!. Com uma legião de fãs adolescentes que enche de recados seu Twitter e o site do programa, ele reserva muitas surpresas para sua reestreia, em agosto. Formado em Publicidade pela PUC/SP e Rádio e TV pela Faap, ele ainda cursou teatro na Escola Célia Helena e se desdobra na função de empresário em sua produtora, Malizia Produções. Em meio à correria do trabalho, é com os pais, Roque Malizia (57), advogado, e Regina da Motta Malizia (57), e os irmãos, Rafael (27), advogado, e Renato (25), engenheiro, que ele faz questão de passar os momentos de folga para recarregar as energias. Além do carinho da família, ele ainda conta com os cuidados mais que especiais de Ana Maria Oliveira da Silva (61) e Maria Aparecida Aragão (33), que trabalham na casa dos Malizia há vários anos. Roque recebeu CARAS na cobertura tríplex, onde todos moram, na Zona Norte de São Paulo, e falou, animado, sobre sua trajetória na TV e nos palcos. - Você valoriza sua família. Como é a relação com eles? - Minha família é o meu maior presente. Eles sempre me apoiam, meu pai é meu grande conselheiro. Somos muito unidos. A Ana e a Cida também são membros importantes da família. Ana trabalha em casa há 31 anos, sempre cuidou de mim, seu quarto fica ao lado do meu. E Cida está conosco há mais de dez anos. Eu e meus irmãos amamos as duas, adoramos fazer bagunça com elas na cozinha. As duas são nossas parceironas. - Como ingressou na TV? - Queria entender este universo e fui cursar Rádio e TV. Cheguei a atuar no teatro quando fazia faculdade, mas ficou difícil, pois estagiava na Band na época, como produtor do Sabadaço, do Gilberto Barros. Foi uma ótima oportunidade, participava desde a criação dos objetos cênicos até a gravação. Fiquei três anos lá e aprendi a lidar com o Ibope e com a missão de chegar a um bom resultado. - Quando decidiu ser tornar apresentador? - Quando o Sabadaço acabou, em 2005, queria muito apresentar um programa. Corri atrás de patrocínio até estrear o Caçadores de Aventuras, na RedeTV!, em junho de 2007. Parti do meu trabalho de conclusão de curso na faculdade, que era sobre um programa de viagens, e criei o Caçadores. - Como está o trabalho e o contato com o público? - O fato de ser um programa dominical faz com que eu tenha públicos das mais diversas idades. É um dia muito disputado pelos apresentadores, pois muita gente está em casa assistindo. É legal, porque todos se identificam e interagem mandando comentários e pedidos. Minha equipe é como uma Família e isso faz muita diferença. - Em que lugares já gravaram? - Fomos para Orlando, EUA, Lençois Maranhenses, no Maranhão, já esquiei no Chile, conheci as cachoeiras de Capitólio, em Minas, participei de um Casamento embaixo d'água em Fernando de Noronha, mergulhei com tubarões no aquário do Guarujá, saltei de paraquedas em Boituva e andei de balão em Rio Claro, interior de SP. O importante é que plantamos uma árvore em cada lugar que vamos. É uma ação positiva que simboliza nossa preocupação com a preservação ambiental; todos deveriam fazer. - Quando começou a pensar na carreira artística? - Desde criança sonhava fazer teatro. Montava peças com marionetes na porta de casa para a família assistir. Fiz sozinho apresentação na escola e não tive vergonha, sempre foi natural. - Como se deu o primeiro passo nesse sentido? - Na adolescência comecei a fazer cursos de teatro. Quando terminei o colégio entrei no Teatro Escola Célia Helena e, paralelamente, estudava Publicidade. Minha primeira peça foi Muito Barulho por Nada, de Shakespeare, chorei muito quando vi meus pais na plateia e senti a receptividade do público. - Virou uma paixão? - Quando pisei no palco, descobri que minha vida era aquilo. Queria respirar teatro, morar na coxia, me apaixonei.