Astrid Fontenelle e suas dores e amores

sexta 8 maio, 2009
Astrid Fontenelle
Astrid Fontenelle FÉLIX MILESI/AGÊNCIA FRED PONTE


Ela é a protagonista de uma linda história de amor: a da sua própria vida! Depois de passar por um momento bastante delicado e dolorido, a jornalista e apresentadora Astrid Fontenelle, que largou a carreira para se dedicar ao marido, Marcelo Checon, e três meses depois se viu sem emprego e sem marido, deu a volta por cima e hoje celebra suas conquistas. Namorando há quase um ano com Fausto Franco, produtor executivo do Chiclete com Banana, ela realizou o sonho de ser mãe e adotou Gabriel, hoje com 9 meses. Além disso, Astrid também comemora a volta à televisão e ao comando do Happy Hour, do GNT. Prestes a comemorar seu primeiro Dia das Mães ao lado do herdeiro, Astrid abre o coração e conta ao Portal CARAS como tomou a decisão de ser mãe solteira. -Quando resolveu adotar um bebê? - Desde a adolescência tinha esta vontade. Só que ao mesmo tempo, era a típica mulher do século XX, independente, dedicada ao trabalho, sempre deixando a maternidade para depois, priorizando a carreira. E além disso, também ainda não tinha achado um pai bacana. - Já chegou a pensar em ter um filho biológico? - Sim! Quando era casada com Marcelo, cheguei a fazer tratamento para engravidar, fiz fertilização in vitro, mas nada bem sucedido. Isso em 2005, 2006. Foi aí que comecei a pensar mais seriamente em adotar um bebê. Inclusive, quando sai da GNT, eu estava certa de que isso aconteceria. Tinha lido, pesquisado sobre o assunto e conversado com pessoas que já tinham adotado uma criança. -Você, inclusive, deixou o trabalho para se dedicar à família, não? - Larguei tudo por amor. Tinha a intenção de adotar um filho e não queria expor este assunto para que não atrapalhasse o processo. Não queria o mínimo de intervenção, não queria que nada atrapalhasse nem influenciasse a decisão de um juiz em me dar a guarda de um bebê. Na época as pessoas entenderam que estava largando o programa pelo Marcelo, e eu deixava pensar, até porque estava fazendo aquilo para formar uma família com ele, lógico. - E logo depois vocês se separaram? - Quis o destino que três meses depois a gente se separasse, por iniciativa minha, diga-se de passagem. Via que não era amor suficiente para dotar um bebê e eu não precisava deixar um sonho por causa disso. Demorei quatro dias para colocar minha cabeça no eixo. Meus amigos, a terapia, acupuntura e correr no Ibirapuera me ajudaram muito. - Então foi você quem tomou a decisão de terminar a relação? - Fui eu. Um dia olhei pra cara dele e falei: "Você não me olha mais como olhava há dois meses. Aconteceu alguma coisa com nossa a história". Ele me perguntou como viveria sem mim. Eu também não sabia a resposta. Naquela hora vi tudo indo abaixo, larguei o programa por causa dele e queria adotar um filho com ele, como aquilo podia estar acontecendo? Eu poderia ter fingido que nada estava acontecendo, mas não. Nada vai me obrigar a viver com uma pessoa que não quer viver comigo. E era isso que estava acontecendo. Comi o pão que o diabo amassou por quatro dias, fiquei sem rumo, não sabia para que lado eu ia. -Na época, Hebe foi uma mãezona para você, não? - Muito. Assim que ela soube me ajudou muito. Hebe é a mãe da televisão. Não faço parte do grupo de melhores amigos dela, não frequento sua casa, mas durante minha separação, foi fundamental. Ela me obrigava a sair de casa. Foi uma mãezona para mim, de verdade. -Como é seu relacionamento com o Marcelo? - Muito bom. Nunca deixamos de conversar. Sempre terei um sentimento de amor por ele. A gente não se casa com um inimigo, a gente se separa antes que vire um. -E mesmo com tudo o que estava acontecendo decidiu adotar o Gabriel? - Sim. Foi mais difícil porque eu acreditava que uma família tinha que ter papai, mamãe e filhinho, até por eu não ter tido essa estrutura. Meu pai se separou da minha mãe quando eu tinha seis meses e depois disso, não tive contato com ele. Mas quis o destino que eu fizesse igual, muito embora para mim seja um pouco mais pesado porque não tenho ninguém. Digo que minha mini família sou eu, meu filho, meu namorado e meus amigos. -Ainda neste ano você estará de volta ao comando do Happy Hour. Acredita que esta volta à TV, seja a consolidação de uma nova e ótima fase? - Muito! Nem nos meus melhores sonhos imaginei que acontecesse tudo o que está acontecendo na minha vida!
por por Aline Cebalos

Atualizado quinta 23 agosto, 2012 (124820)

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